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Seguro de automóvel no Brasil fecha 2025 com avanço moderado na demanda

O seguro de automóvel no Brasil fechou 2025 com alta de 3% na demanda. Dados apontam efeito do IPI, vendas diretas mais fortes e diferenças regionais no mercado segurador.
Seguro de automóvel no Brasil
Demanda por seguro de automóvel no Brasil acompanha vendas e estímulos fiscais em 2025. Imagem: Canva

O seguro de automóvel no Brasil encerrou 2025 com alta de 3% na demanda, segundo o Índice Neurotech de Demanda por Seguros (INDS), indicador que acompanha consultas feitas por consumidores ao longo do ano. O resultado consolida um avanço moderado, mesmo diante de oscilações relevantes no fim do período.

O levantamento da Neurotech considera dados de cerca de 95% das seguradoras que operam no segmento e inclui consultas para veículos novos e usados. A leitura anual contrasta com o comportamento dos últimos meses, marcados por ajustes mais intensos na procura.

Seguro de automóvel no Brasil e a leitura dos indicadores

Apesar do crescimento no acumulado, dezembro apresentou queda de 7,58% na comparação anual. Ainda assim, frente a novembro, a demanda avançou 6,53%, sinalizando recomposição parcial do interesse do consumidor ao fim do ano.

O desempenho precisa ser analisado em conjunto com o mercado automotivo. A dinâmica do setor de veículos ajudou a sustentar a base segurável, mesmo com números abaixo do esperado em alguns recortes.

Nesse contexto, o seguro de automóvel no Brasil acompanhou um cenário de vendas mais heterogêneo. Dados da Fenabrave mostram que os emplacamentos de automóveis e comerciais leves cresceram 1,82% em 2025, somando 2,54 milhões de unidades.

Vendas de veículos, política fiscal e preços

O detalhamento das vendas revela comportamentos distintos. O varejo, voltado ao consumidor final, recuou 1,2% no ano. Em contrapartida, as vendas diretas, destinadas a locadoras e frotistas, subiram 6,8%, alterando o perfil da frota em circulação.

O estímulo fiscal favoreceu modelos de menor preço e ampliou o volume de vendas na segunda metade do ano, o que tende a alimentar a contratação de apólices.

Esse efeito reforçou a sustentação do seguro de automóvel no Brasil, sobretudo em faixas de menor valor, onde preço e tributação pesam mais na decisão de compra do veículo e do seguro associado.

Seguro de automóvel no Brasil e as assimetrias regionais

O recorte regional mostra diferenças relevantes. O Norte liderou o crescimento percentual da demanda, com alta de 13,95% e 138,6 mil itens comercializados. Já o Sudeste concentrou o maior volume absoluto, com mais de 1,32 milhão de itens vendidos.

Para 2026, a CNseg projeta avanço de 7,7% nos prêmios do segmento. A expectativa, segundo executivos do setor, envolve maior uso de inteligência artificial, análise de dados, precificação, eficiência operacional, rentabilidade, gestão de risco, subscrição, carteira, sinistralidade, canal digital, vendas diretas, varejo automotivo, frotas, locadoras e política tributária. Nesse ambiente, o seguro de automóvel no Brasil tende a seguir em expansão gradual, com foco em eficiência e disciplina comercial.

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