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Fitch projeta déficit fiscal do Brasil como o maior da América Latina em 2026

O déficit fiscal do Brasil deve ser o maior da América Latina em 2026, segundo a Fitch. Dívida elevada, juros altos e crescimento moderado mantêm o país fora do padrão regional. Continue lendo e saiba mais.
Fachada da Fitch Ratings, agência que projeta o déficit fiscal do Brasil para 2026
Sede da Fitch Ratings: agência avalia que o déficit fiscal do Brasil deve ser o maior da América Latina em 2026. (Foto: Wikimedia Commons)
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O déficit fiscal do Brasil tende a ser o maior da América Latina em 2026, segundo a avaliação da Fitch Ratings, uma das principais agências globais de classificação de risco. A projeção indica que as contas públicas brasileiras seguem pressionadas, mesmo com avanços fiscais observados em outros países da região após a pandemia. A análise foi apresentada por Shelly Shetty, chefe de ratings soberanos da agência para Américas e Ásia-Pacífico, durante webinar recente.

De acordo com a Fitch, a maioria das economias latino-americanas conseguiu reduzir o déficit fiscal em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). O déficit fiscal do Brasil, porém, permanece elevado, sustentado por uma dívida pública entre as mais altas da América Latina. Esse desequilíbrio fiscal mantém pressão sobre a trajetória das contas do governo e reduz a margem para ajustes mais rápidos no orçamento.

Ainda assim, a agência aponta fatores de alívio no curto prazo. A inflação brasileira apresenta desaceleração, enquanto o crescimento econômico segue positivo, embora moderado. A Fitch projeta expansão pouco abaixo de 2% em 2026. Para efeito de comparação, os Estados Unidos devem crescer 2%, enquanto a China tende a desacelerar de 5% para cerca de 2,1%, em meio à demanda interna mais fraca e menor fluxo de investimentos para a América Latina.

Déficit fiscal do Brasil e o impacto de juros e câmbio

No campo monetário, o déficit fiscal do Brasil também influencia a condução da política de juros. Enquanto diversos países latino-americanos iniciaram ciclos de corte nas taxas básicas, o Brasil mantém juros elevados por um período prolongado. Esse diferencial em relação ao Federal Reserve (Fed) permanece acima do padrão regional, reforçando o custo fiscal do endividamento.

Esse cenário contribuiu para a valorização do real ao longo de 2025, movimento observado também em moedas como o peso colombiano. Além disso, a desvalorização global do dólar ajudou a aliviar pressões cambiais na região. No fechamento da análise, a Fitch Ratings indica que o déficit fiscal do Brasil seguirá como um dos principais pontos de atenção em 2026, dado o peso da dívida pública e a dependência de juros altos para ancorar expectativas econômicas.

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