Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Carteira de dividendos da Ágora muda em fevereiro e mira retorno de até 11%

A carteira de dividendos da Ágora mudou em fevereiro, com entrada de Caixa Seguridade e TIM. A estratégia busca previsibilidade e projeta retorno médio de 7,4% em 2026.
Carteira de dividendos da Ágora e retornos projetados
Composição da carteira de dividendos da Ágora e estimativas de retorno para 2026. Imagem: Canva

A carteira de dividendos da Ágora Investimentos passou por ajustes em fevereiro, com mudanças pontuais na composição e foco renovado em previsibilidade de resultados. A casa retirou Vale e Telefônica Brasil do portfólio e incluiu Caixa Seguridade e TIM, mantendo a estratégia concentrada em geração de caixa e pagamentos recorrentes aos acionistas.

Com as alterações, a expectativa de retorno médio via proventos, medida pelo dividend yield estimado, chega a 7,4% em 2026. Em janeiro, até o dia 28, a carteira acumulou alta de 13,4%, desempenho próximo ao avanço de 14,6% registrado pelo Ibovespa no mesmo intervalo.

Carteira de dividendos e os ajustes táticos do mês

A saída de Vale foi explicada pela ausência de expectativa de anúncios de dividendos no curto prazo. Segundo os analistas da Ágora, o momento também abriu espaço para realização de lucro após a valorização recente das ações da mineradora.

Já a troca de Telefônica Brasil por TIM teve caráter tático. Na avaliação relativa da corretora, os papéis da TIM apresentam combinação mais favorável entre preço, fluxo de caixa e potencial de remuneração ao acionista. A leitura considera o cenário atual do setor de telecomunicações e o perfil de retorno esperado para 2026.

Foco em previsibilidade e renda recorrente

A entrada da Caixa Seguridade reforça o viés defensivo da estratégia. A empresa foi escolhida pela previsibilidade dos resultados e pela regularidade no pagamento de dividendos, características valorizadas em períodos de maior seletividade na Bolsa.

Além das novas integrantes, seguem na carteira Allos, Isa Energia e Itaú Unibanco. Cada ação tem peso de 10%, o que reduz a concentração e distribui o risco entre setores distintos, como setor financeiro, energia elétrica, telecomunicações e serviços. Esse desenho busca equilibrar renda variável, dividend yield projetado e estabilidade de caixa.

Carteira de dividendos e os retornos estimados para 2026

Entre os destaques individuais, a Allos lidera em retorno esperado, com yield projetado de 11% para 2026. Itaú aparece na sequência, com estimativa de 7,7%, enquanto Caixa Seguridade figura com 7%. Isa Energia e TIM completam o portfólio com projeções mais moderadas, porém alinhadas à proposta de pagamento de proventos consistente.

No conjunto, a carteira de dividendos reflete uma estratégia voltada a investidores que priorizam renda passiva, disciplina na alocação e menor exposição a oscilações abruptas. O desempenho recente e as escolhas para fevereiro indicam uma leitura cautelosa, mas ativa, sobre o cenário de mercado nos próximos trimestres.

InstagramLinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco