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Presentes mais caros Dia dos Namorados 2026: veja quem lidera as altas

Os presentes mais caros Dia dos Namorados 2026 registram aumentos de até 22,7%. Veja quais itens lideram as altas e o que ainda ficou mais barato.
Imagem de uma carta representando os presentes para o dis dos namorados em 2026.
Chocolates sobem 22,7% e lideram alta dos presentes em 2026. (Imagem: Becca Tapert/Unsplash)

O Dia dos Namorados de 2026 chega com uma mudança que deve ser percebida por milhões de brasileiros antes mesmo da troca de presentes. Produtos tradicionalmente associados à data registraram aumentos de preços, elevando o custo das comemorações em relação ao ano passado.

Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que os preços dos presentes devem ficar, em média, 5% maiores do que os registrados em 2025. Em algumas categorias, os reajustes superam com ampla margem esse percentual.

O resultado ajuda a explicar parte do crescimento esperado nas vendas da data, que deve movimentar R$ 2,84 bilhões no comércio brasileiro.

Os presentes mais caros do Dia dos Namorados em 2026 estão concentrados em categorias tradicionais, especialmente chocolates, joias e flores.

Quais presentes ficaram mais caros no Dia dos Namorados 2026

O levantamento da CNC identificou aumentos relevantes justamente nos itens mais procurados pelos casais.

Ranking dos maiores reajustes:

PresenteAlta em 2026
Chocolates22,7%
Joias e bijuterias20,0%
Flores naturais11,3%
Casas noturnas9,2%
Hospedagens8,2%

Os chocolates lideram o ranking com a maior variação registrada neste ano. O percentual supera em mais de quatro vezes a alta média calculada para os presentes da data.

Joias e bijuterias aparecem na sequência. Flores naturais completam o grupo dos itens que registraram reajustes acima de dois dígitos.

Para quem pretende substituir produtos por experiências, os custos também aumentaram. Gastos com hospedagens e programas em casas noturnas avançaram acima da inflação média observada nos presentes.

Por que chocolates, joias e flores lideram as altas

Os três produtos ocupam posições tradicionais nas comemorações do Dia dos Namorados e costumam registrar aumento de demanda nas semanas que antecedem o 12 de junho.

O efeito é percebido principalmente nos chocolates, que concentram parte relevante das compras de última hora e das lembranças de menor valor.

As joias permanecem entre os presentes associados a ocasiões especiais, enquanto as flores continuam figurando entre os símbolos mais populares da data.

A combinação entre demanda elevada e reajustes acumulados nos custos de produção e comercialização contribuiu para a formação do ranking divulgado pela CNC.

O que os brasileiros mais devem comprar

Mesmo com os aumentos de preços, algumas categorias continuam dominando a preferência dos consumidores.

O segmento de vestuário, calçados e acessórios deve movimentar aproximadamente R$ 1,1 bilhão, representando cerca de 40% de todas as vendas previstas para o Dia dos Namorados.

Outros setores com participação relevante são:

  • Perfumaria e cosméticos: R$ 875 milhões
  • Eletroeletrônicos: R$ 346 milhões

A categoria de perfumaria deve registrar crescimento de 8% em relação ao ano anterior.

Nos eletroeletrônicos, a expectativa é de avanço de 4,3% nas vendas.

Os únicos presentes que ficaram mais baratos

Enquanto a maior parte das categorias registrou aumento de preços, apenas dois grupos apresentaram queda.

Confira:

  • Bebidas alcoólicas: -1,0%
  • Celulares: -0,7%

Os recuos são modestos, mas colocam esses produtos entre as poucas alternativas que chegam ao Dia dos Namorados custando menos do que em 2025.

Com chocolates, joias e flores liderando os reajustes, os presentes mais caros no Dia dos Namorados 2026 devem exigir um orçamento maior dos casais e ajudar a impulsionar o melhor resultado de faturamento do comércio para a data desde 2018.

Foto de Marconi Bernardino

Marconi Bernardino

Marconi Bernardino é jornalista formado pela Unifavip Wyden, em Caruaru (PE). Integra a equipe do Economic News Brasil, com atuação na produção de conteúdos analíticos sobre negócios, mercado financeiro e fortunas, além de experiência em jornalismo para televisão e rádio.

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