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Donas da marca Frango Assado fecham acordo comercial em postos da Shell

A projeção de abertura é de 50 novas unidades do Frango Assado em postos Shell nos próximos cinco anos. É o dobro das 25 unidades atuais no país.
A projeção de abertura é de 50 novas unidades do Frango Assado em postos Shell nos próximos cinco anos. É o dobro das 25 unidades atuais no país.
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Após anos ensaiando uma parceria, a Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, e a IMC, dona de marcas como Frango Assado e Pizza Hut no Brasil, fecharam ontem acordo comercial para abertura de unidades do Frango Assado em postos de rodovias da Shell. A parceria envolve ainda a migração de postos da IMC para a marca Shell. A IMC tem 19 postos com as bandeiras BR Petrobras, Ipiranga e Ale.

Há uma intensa movimentação nesse setor desde 2020, com entrada de estrangeiros e aumento de investimentos de grupos nacionais na área de varejo de postos. O jornal Valor Econômico apurou que o acordo entre IMC e Raízen é visto pelas empresas como os primeiros passos de uma associação que pode ter peso maior nos negócios.

A inauguração de restaurantes do Frango Assado nos postos de rodovias será nas regiões Sul e Sudeste, mas o acordo deve evoluir para as demais regiões. Não há cláusula de exclusividade entre as partes.

A projeção de abertura é de 50 novas unidades do Frango Assado em postos Shell nos próximos cinco anos. É o dobro das 25 unidades atuais no país. Há possibilidade de inauguração de Pizza Hut nessas áreas também.

A média de inaugurações de Frango Assado na última estimativa, de 2019, era de cinco lojas ao ano.

A Raízen deve atuar aproximando a IMC dos atuais proprietários de postos para verificar se há interessados em abrir pontos do Frango Assado nesses locais. A IMC ainda estará aberta a avaliar a compra de postos de combustível, apurou o Valor.

A IMC tinha cerca de R$ 530 milhões em caixa em setembro (45% acima de um ano atrás), valor que ganhou reforço após uma oferta de ações de R$ 380 milhões em julho. Depois da operação, alguns investidores chegaram a questionar o momento da oferta, considerando que os recursos entraram no caixa durante a crise, mas não tiveram destinação. Parte desse caixa agora pode ser usado na compras de postos, por exemplo.

A Shell não pode obrigar um acordo entre operadores e IMC, mas tem interesse na movimentação. Uma troca de comando de postos com baixo desempenho pode aumentar tráfego e melhorar a venda de combustível da Shell. As distribuidoras vendem o combustível aos postos, que têm autonomia na política comercial e nas ações de varejo, como instalação de lojas e restaurantes.

A IMC já é dona de 19 postos com as bandeiras BR, da Petrobras, Ale e Ipiranga (Ultra). A maioria deles (16) são BR. A Shell tem cerca de mil postos em rodovias do país, que fazem parte dessa parceria. Cerca de 500 estão localizados no Sul e Sudeste. Não entraram nas tratativas os postos de cidades, operação que faz parte de uma joint venture criada entre a Oxxo, do grupo Femsa, e a Raízen, anunciada em 2019.

Fonte: Valor Econômico

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