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Educação sobre T.I traz oportunidades as regiões Norte e Nordeste

De acordo com um estudo da ABES, as regiões Norte e Nordeste já representam 4,1% e 8,7% do mercado nacional de tecnologia, respectivamente.
De acordo com um estudo da ABES, as regiões Norte e Nordeste já representam 4,1% e 8,7% do mercado nacional de tecnologia, respectivamente.

As regiões Norte e Nordeste já representam 4,1% e 8,7% do mercado nacional de tecnologia, respectivamente, de acordo com um estudo da ABES (Associação Brasileira de Empresas de Softwares). Para a gerente de projetos da {reprograma}, startup social que ensina programação para mulheres em situação de vulnerabilidade, Silvia Follador, há oportunidades de crescimento em ambas as regiões, como o Vale do Dendê em Salvador e o próprio Porto Digital em Recife. 

Como exemplo do potencial da região, em 2020, a {reprograma} promoveu uma formação de programação back-end com o intuito de fortalecer a presença feminina nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e Economia Criativa (EC). A parceria foi realizada com as Minas (Mulheres em Inovação, Negócios e Artes) e a Accenture, no Porto Digital, localizado em Recife. 

Ao todo, 30 alunas se formaram em back-end, sendo que 15 alunas estavam desempregadas antes do curso, 87% delas conseguiram emprego ou estágio em até 6 meses depois de formadas. Com duração de 18 semanas, a formação digital englobou lógica de programação: JavaScript, API, NODE.JS e Git & Github. Além disso, foram realizados quatro projetos durante o curso, com o objetivo de incentivar a montagem de um portfólio profissional.

Como exemplo, Raissa Maria, aluna de Recife, que se formou e não tinha conseguido trabalhar na área de formação, foi para São Paulo, ficou na casa de uma tia, para fazer o  curso de programação da {reprograma}, quando ainda era presencial. Hoje, ela trabalha como desenvolvedora em uma grande empresa. Ela já foi monitora, facilitadora e professora dos cursos da startup social e, atualmente, é uma das ex-alunas mais engajadas em contribuir com a Missão da {reprograma}.

Segundo Silvia, a startup está focada em projetos de capacitação e empregabilidade de mulheres em situação de vulnerabilidade, preferencialmente negras, trans e travestis, de todas as regiões do país, priorizando a seleção do público feminino do Norte e Nordeste. 

“Diferente do Sudeste, Sul e Centro-Oeste que possuem várias iniciativas locais que visam capacitar mulheres em programação e polos tecnológicos, as regiões Norte e Nordeste possuem menos mão-de-obra no setor tecnológico”, comenta. 

Um dos principais objetivos da startup social é proporcionar oportunidades de capacitação profissional para mulheres do Norte e Nordeste, permitindo assim que cada comunidade regional consiga se fortalecer no setor, sem precisar buscar mulheres programadoras em outras regiões. 

Além disso, uma rede de comunidades parceiras da startup ajuda a alcançar lugares novos, como é o caso da Manas Digitais, que atua em Belém do Pará e região, Coque Conecta, de Recife e região, e Byte Girls, de Fortaleza.

 

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