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O papel das criptomoedas na guerra entre Rússia e Ucrânia

Conflito abala setores da economia mundial e ativos digitais ganham destaque como alternativa para movimentar o mercado financeiro e contornar sansões internacionais.

Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, no último dia 24 de fevereiro, as vidas de centenas de cidadãos no campo de batalha e nas cidades ucranianas foram ceifadas. Contudo, as consequências do conflito atravessaram as fronteiras entre os dois países e atingiram diversas nações do globo, afetando setores como a segurança alimentar no Cairo até os preços do gás na Califórnia, por exemplo.

Uma das ações comumente utilizadas para minimizar a continuidade de uma guerra é o fechamento de parte da economia do país, o que já vem ocorrendo com a Rússia ao ver a exclusão de sete bancos russos do sistema Swift, plataforma que concentra a toca de informações financeiras do mundo. Em paralelo, a Ucrânia suspendeu as transferências eletrônicas em dinheiro por todas as companhias e bancos, se valendo parte da Lei Marcial declarada no país. Além disso, o Banco Central também suspendeu mercados de troca de moedas estrangeiras, limitou saques e proibiu a emissão de moedas estrangeiras de bancos varejistas. 

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Por hora, a saída para movimentar a economia local é o uso de criptomoedas. Ucranianos em fuga do país estão usando criptomoedas, convertendo os valores em dinheiro novamente uma vez que chegam aos seus destinos. Sendo o Bitcoin uma saída para driblar sanções, o que com certeza mostra outra utilidade da moeda digital. Nos últimos dias, o valor do critpoativo disparou e chegou ser negociado acima de U$ 44 mil (R$ 221 mil), a maior alta em um ano, de acordo com as cotações internacionais. Desde então, as transações financeiras com criptomoedas cresceram no mercado. 

Segundo Isielson Miranda, CEO da Conztellation, market place que lançou hoje (07) no mercado a criptomoeda Starz, as criptoativos desde seu surgimento, são uma alternativa muito poderosa para movimentar a economia, diversificar investimentos e proteger o patrimônio. Alguns de seus principais momentos de alta e percepção de valor, ocorreram situações sensíveis e críticas, como a “quebra” da economia do Chipre, em 2013, quando o fechamento de bancos e bloqueio de contas correntes fez crescer as negociações em criptoativos. 

“Em momentos passados de guerras e conflitos, pessoas e famílias inteiras fugiram do combate em seus países imigrando para outras nações como o Brasil, com seu patrimônio em ouro. Dessa vez, e daqui pra frente, há também a opção dos criptoativos”, afirma o empresário.

Criptomomedas no Brasil 

No Brasil, a criptomoeda é uma alternativa interessante para diversificar a carteira de investimentos. O país deve se tornar um dos primeiros países a adotar uma legislação específica para criptoativos. Na Câmara, o projeto de lei 2.303/15, do Deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade – RJ), já foi aprovado pelo plenário da Casa. E, no Senado, o senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO) apresentou à Comissão de Assuntos Econômicos um parecer englobando três projetos de lei. 

Segundo Isielson, investir neste tipo de ativo é uma maneira de diversificar a carteira de aplicações e ainda fazer parte deste ecossistema tecnológico e financeiro inovador.  

“Além disso, é uma forma muito democrática e absolutamente rápida de fazer com recursos possam chegar à conflitos como o que estamos vendo nos últimos dias, podendo ser utilizados também em situações de desastres e calamidades, sem burocracias e intervenções que muitas vezes, atrapalham e desincentivam doações em momentos como esse”, conclui

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