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Crimes com criptomoedas somaram US$ 14 bilhões em 2021

Chainalysis, plataforma global de pesquisa de blockchain e criptomoedas, divulgou o Crypto Crime Report 2022 através um evento on-line liderado por especialistas da empresa. No encontro, foram destacados os principais pontos do relatório, assim como dados e tendências específicas do Brasil.

Em 2021, as transações ilícitas chegaram a US$ 14 bilhões, contra US$ 7,8 bilhões em 2020, mas apesar dos valores recorde, representam apenas 0,15% de todas as transações em moedas criptográficas. Desde 2017, houve US$ 33 bilhões em moedas criptográficas que foram lavadas. O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime estima que o equivalente entre 800 bilhões e 2 trilhões de dólares em moedas criptográficas são lavadas a cada ano, algo semelhante a 5% do PIB global.

Tipos de Crimes

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O tipo de ataque cibernético destacado no relatório é o Ransomware, ele codifica os dados de uma pessoa ou empresa e exige um pagamento em moedas criptográficas para liberar o acesso ao banco de dados. A maior parte deles são motivados por retribuições financeiras, mas também podem ser motivados por metas geopolíticas. Desde 2020 foram identificados quase US$ 692 milhões de dólares em pagamentos de resgates.

O malware é um software malicioso que visa causar qualquer tipo de dano ao dispositivo de uma vítima, o que tem sido apontado como uma questão importante para as moedas criptográficas. O preço barato do malware facilita o acesso dos criminosos cibernéticos às informações pessoais de suas vítimas. As famílias de malwares estudadas na pesquisa mostraram 5.574 downloads de vítimas em 2021. Em 2021, US$ 7,7 bilhões em criptomoedas foram tirados das vítimas em todo o mundo. Isto representa um aumento de 81% desde 2020, um ano em que a atividade de fraude havia diminuído significativamente em comparação com 2019.

Ranking Brasil

Com base no relatório Cryptocurrency Geography 2021, a Chainalysis constatou que, globalmente, o Brasil está em 14º lugar entre 157 países em termos de adoção de criptomoedas, sendo que na América Latina em 4º lugar, atrás da Venezuela, Argentina e Colômbia. O mesmo estudo concluiu que a América Latina tem a sexta maior economia de moedas criptográficas das oito regiões analisadas, com US$ 352.8 bilhões em moedas criptográficas recebidas entre julho de 2020 e junho de 2021. A região da América Latina é responsável por aproximadamente 9% de toda a atividade transacional global. Estes números são apenas um pequeno resumo do potencial que o Brasil e a região têm em termos de adoção de moeda criptográfica e tecnologia Blockchain. A tendência se reflete nas discussões em andamento no nível federal sobre a regulamentação da moeda criptográfica e a criação de uma nova moeda criptográfica para o país.

Chainalysis quer fazer parte desta transformação global, promovendo a segurança para os usuários da blockchain com a distribuição anual do Crypto Crime Report. Isto é parte do movimento para construir um mercado de confiança e também destacar as tendências nas transações.

“O Brasil tem grande potencial no mercado de criptomoedas e blockchain. É um país que busca formas inovadoras de investimento e está atento às tendências globais. Chainalysis cria um diálogo sobre o tema e promove a educação para um mercado que está em ascensão e precisa ser cuidadosamente analisado”, comentou Magdiela Núñez, Gerente de Marketing de Parceiros Globais da empresa.

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