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Uma outra visão para o estratégico – Por Luís Henrique Alencar

*Coluna por Luís Henrique Alencar, 25/08/2022

Olá leitor, muito se fala dos administradores, gestores, empreendedores atuarem no estratégico quando o assunto são os níveis organizacionais. A pergunta que fica é: e o que é atuar no estratégico? O que tem de ser feito para estar atuando no topo da pirâmide? Na coluna de hoje vamos discutir sobre algumas possibilidades de atuação no nível estratégico.

 O primeiro entendimento é sobre quem deve atuar no nível estratégico. E a resposta é simples: os sócios, quem paga a conta. Isso, de forma bem clara e direta, são os donos das empresas que devem dizer a estratégia a seguir. Deixá-la com qualquer outra, mesmo que de sua inteira confiança, não vai garantir que seja traçada de forma correta e alinhada com os anseios e retorno aos acionistas. Todo o time, seja no tático ou no operacional, deve executar suas atividades de modo que, ao final de um determinado período, o resultado da estratégia traçada seja alcançado.

Bem, e o que é atuar no estratégico, além de definir a estratégia que a empresa deve seguir? Um dos grandes exercícios de quem atua no estratégico é estar antenado aos movimentos, sejam eles econômicos, financeiros ou sociais. O visionário, como também são conhecidas as pessoas que pensam o futuro das empresas, é o consumidor de conhecimento mor dentro do negócio. Esses dias li a seguinte frase do David Packard: “o marketing é demasiado importante para ser deixado para o departamento de marketing”. A frase de um dos fundadores da HP (Hewlett-Packard) corrobora que os empreendedores devem conhecer muito bem suas empresas, mas também conhecer muito bem sobre praça, preço, promoção e produto. Ou seja, tudo.

Muitas vezes, diria até, na maioria das vezes, os empresários estão tão imersos em seus negócios a ponto de não acompanhar, por exemplo, a transformação do comportamento do consumidor, as tendências tecnológicas, ou até mesmo, a mudança de perfil dos seus clientes. As soluções para essas questões não costumam estar em livros ou no banco da academia. A troca de experiência com outros empresários, o compartilhamento de vivências, sejam do mesmo ramo de atuação ou outro qualquer, é rica e cheia de insights que podem transformar o negócio.

Veja só: o que, pela lógica, uma indústria de confecção de silo pode agregar em uma academia de esportes aquáticos? Teoricamente, nada, visto que são negócios que têm qualquer relação. Mas , uma troca de experiências, em um grupo de mentoria, proporcionou um aumento de, aproximadamente, 20% no faturamento da academia de esportes aquáticos. A solução foi tão simples que custou quase zero para os cofres da empresa ouvinte.

Além de diversos grupos de mentoria, existem outra porção de grupo de negócios sendo formados e outro tanto já maduro, onde os empresários vão exclusivamente para trocar experiências e fazer networking. Como sugestão, busque grupos que não são dos seu nicho, lá estarão soluções simples, mas que antes eram inimagináveis.

 Isso é estratégico, ouvir é estratégico, é estratégia.

**Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do ENB

 

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