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Startup do Paraná capta R$ 1,7 mi por meio de financiamento coletivo

Empréstimos no Brasil crescem
(Foto: Internet)

A Agroflux, startup de Campo Mourão, no noroeste do Paraná, acaba de concluir uma rodada de investimento em parceria com um fundo de crowdfunding, ou financiamento coletivo, conquistando mais de R$ 1,7 milhão em recursos. O objetivo é potencializar principalmente as vendas do Fluxin, equipamento que auxilia agricultores a otimizar o processo de pulverização em plantações.

O financiamento coletivo permaneceu aberto por cerca de seis meses. Foram disponibilizados R$ 2,5 milhões em ações para os interessados, equivalentes a 8,93% do valor de mercado da empresa (R$ 28 milhões). Ao final, a iniciativa recebeu o apoio de 199 investidores, de 17 estados. O valor captado será destinado à ampliação da equipe de vendas e portfólio.

Um dos fundadores da startup, Guilherme Castro Diniz, explica que foi preciso passar por um processo criterioso de avaliação até o fechamento da parceria. “Procuramos uma plataforma vocacionada ao agronegócio. Precisamos mostrar nosso potencial. Um dos argumentos foi que começamos nossa solução há cerca de três anos, investindo R$ 40 mil. Um ano depois, conseguimos vender mais de R$ 1,2 milhão”, comenta Diniz.

A ideia do investimento externo surgiu com o objetivo de crescer de forma mais acelerada, depois que grandes nomes do mercado demonstraram interesse em comprar a solução, sugerindo risco de perda de espaço no mercado. A startup contratou especialistas em vendas e ingressou, no ano passado, no Capital Empreendedor – programa de capacitação do Sebrae, com foco na preparação de empreendedores para buscar investimentos.

“Fizemos workshops, passamos a entender siglas financeiras e conhecemos o crowdfunding. Ficamos entre os finalistas e fomos a São Paulo conversar com investidores”, conta o empreendedor.

“Após muitas conversas para fechar a parceria, percebemos a necessidade de melhorar a abordagem junto a potenciais investidores que não tinham intimidade com o mundo das startups”, acrescenta Diniz.

A consultora do Sebrae/PR, Letícia Albuquerque, explica que a modalidade de financiamento coletivo ainda é pouco utilizada no Brasil, devido ao perfil conservador da população. “A Agroflux ousou ao optar por esta modalidade de investimento, e isso mostra o alto potencial do negócio. Mais do que convencer um único investidor, a empresa se posicionou, mobilizando quase 200 investidores. Embora a escolha seja desafiadora no nosso mercado, a startup mostra que essa é uma opção que pode transformar a perspectiva dos negócios”, observa Letícia.

* Com informações da Agência Sebrae de Notícias 

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