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Empreendedorismo Feminino: Brasil tem 10 milhões de mulheres que empreendem

O empreendedorismo feminino no Brasil está em plena ascensão, com cerca de 10 milhões de mulheres à frente de negócios. Celebrado em 19 de novembro, o Dia do Empreendedorismo Feminino destaca a luta por igualdade de gênero e a superação de desafios. Histórias inspiradoras como a de Márcia Sena, que transformou sua experiência em cuidado em uma empresa de sucesso, e Cláudia Galvão, que desafiou preconceitos no setor de tecnologia, mostram que, apesar das barreiras, as mulheres estão conquistando seu espaço. Descubra como essas empreendedoras estão moldando o futuro e inspirando novas gerações!
Empreendedorismo Feminino: Brasil
O empreendedorismo feminino no Brasil segue em ascensão, mas a desigualdade de oportunidades ainda impõe barreiras.

O empreendedorismo feminino no Brasil ganhou reconhecimento internacional com a criação do Dia do Empreendedorismo Feminino, celebrado em 19 de novembro. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2014, por meio da ONU Mulheres, reunindo mais de 150 países, empresas e instituições em apoio à igualdade de gênero e contra a desigualdade salarial no meio empresarial.

Empreendedorismo feminino no Brasil em números

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), cerca de 10 milhões de brasileiras são empreendedoras atualmente. O levantamento revelou que a maioria iniciou um negócio por impulso. Hoje, elas representam 34% do total de empreendedores no país, evidenciando a força do empreendedorismo feminino no Brasil.

A pesquisa do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) mostrou que 46% das mulheres empreendem por necessidade e outros 46% por oportunidade, mas os perfis são distintos:

Empreendedoras por oportunidade (classes A e B):

  • 64% têm ensino superior.
  • 55% atuam no mercado há mais de cinco anos.
  • 54% são mulheres negras.

Empreendedoras por necessidade (classes D e E):

  • 71% pertencem às classes D e E.
  • 56% têm apenas ensino fundamental.
  • 52% são mulheres negras.
  • 51% possuem negócios com até dois anos de existência.

O IRME também revelou a percepção sobre o ambiente profissional: três em cada quatro mulheres o veem como hostil. Para 78%, a desigualdade salarial persiste, mesmo em funções equivalentes às dos homens. A maioria reconhece ter a mesma capacidade empreendedora, mas enfrenta obstáculos adicionais para se afirmar no mercado.

Desafios e oportunidades do empreendedorismo feminino no Brasil

Exemplos de trajetórias de destaque reforçam esse cenário. Márcia Sena, ex-executiva, criou a Senior Concierge a partir da própria experiência de cuidar dos pais idosos. A empresa oferece soluções para mobilidade, bem-estar e autonomia na terceira idade.

“Já tivemos cuidadoras que trabalharam conosco na Senior Concierge e a independência financeira as ajudou a saírem da situação de agressão. Então, quando criamos o Instituto, resolvi fazer uma parceria com a Defensoria Pública e oferecer bolsas de estudo para mulheres vítimas de violência doméstica”, explica Márcia, especialista em longevidade ativa.

Na tecnologia, Cláudia Galvão, fundadora e CEO da startup Noar, enfrentou preconceito para viabilizar o “cheiro digital”, inovação que simboliza como o empreendedorismo feminino no Brasil também avança em áreas de alta tecnologia.

“Esse acontecimento foi bastante chocante, mas eu consegui superar com o meu trabalho para mostrar que, sim, era possível”, afirma Cláudia.

A Noar acabou recebendo investimento da Wheaton, uma das maiores fabricantes de embalagens de vidro do mundo.

Trajetórias que inspiram novas gerações

Outro nome de referência é Sylvia Bellio, fundadora da itl.tech, maior canal de vendas da Dell EMC no Brasil, já premiada diversas vezes pela fabricante. Ativista pelo empoderamento feminino na tecnologia, ela é autora de livros como Simplificando TI e Mulheres Além do Óbvio, além da coletânea TI de Salto, que reúne histórias de mulheres de destaque na área.

“São muitas as narrativas inspiradoras. Desde o lançamento do primeiro livro eu sabia que a proposta não deveria terminar ali”, afirma Sylvia.

No mercado de luxo e intermediação de negócios, Jennifer Chen também se destaca. Com carreira iniciada aos 13 anos como modelo, ela se tornou empresária da moda, do setor imobiliário e fundadora da JC Capital, especializada em captação de recursos no exterior.

“Na maioria das vezes, sou a única mulher na mesa de reunião”, comenta Jennifer.

Hoje, atua ainda como sócia de empresas como Wanaka Capital, Unidroid e Gaya Food.

“É uma dádiva eu poder trabalhar com tantas empresas e aprender todos os dias. Me realiza sentar com a pessoa que começou um negócio e ajudar a crescer e conectar as pontas”, diz Chen.

O empreendedorismo feminino no Brasil segue em ascensão, mas a desigualdade de oportunidades ainda impõe barreiras. Ao mesmo tempo, as histórias de superação de Márcia Sena, Cláudia Galvão, Sylvia Bellio e Jennifer Chen mostram que há espaço para inspirar novas gerações e consolidar a presença das mulheres em diferentes setores da economia.

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