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Banco Central e a crise no mercado de crédito: projeções e impactos

Economistas revisam projeção de inflação para 2024, enquanto mercado mantém estimativas para PIB e taxa de juros.
Foto: Divulgação
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O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), do Banco Central, realizou sua última reunião para avaliar o cenário econômico e os impactos das taxas de juros. A palavra-chave foco desta análise é “Banco Central e a crise no mercado de crédito”. Uma das conclusões foi a desaceleração na concessão de crédito para empresas e pessoas físicas, causada pelo aumento das taxas de juros. Desde agosto do ano passado, a taxa Selic permanece em 13,75%, e as instituições financeiras têm adotado mais cautela ao oferecer crédito em um ambiente de juros elevados.

Impactos da Crise da Americanas no Mercado de Crédito

A crise da Americanas influenciou diretamente as perspectivas de crédito no país. Economistas ouvidos pelo Estadão/Broadcast já consideram a possibilidade de uma redução antecipada da taxa Selic, uma vez que o mercado de crédito enfrenta riscos crescentes. A desaceleração econômica, somada à crise da Americanas, alimenta a expectativa de que o Banco Central possa cortar os juros em breve. Essa decisão, no entanto, depende de questões técnicas e não apenas políticas.

Expectativas dos Economistas e Banco Central

Os analistas acreditam que, apesar da crise, o Banco Central pode sinalizar cortes de juros. Entretanto, incertezas relacionadas à âncora fiscal e à meta de inflação tornam essa expectativa instável. Nos últimos dias, os Bancos Alfa e Fibra ajustaram suas projeções para o ciclo de cortes da Selic. O Banco Fibra, por exemplo, espera que a taxa caia para 12,5% até o fim de 2023, incorporando cinco cortes de 0,25 ponto percentual.

Cenário Econômico Futuro e Possíveis Consequências

Cristiano Oliveira, economista-chefe do Banco Fibra, alerta que o aperto nas condições financeiras do país pode ser amplificado por problemas de crédito em grandes varejistas. Ao mesmo tempo, o novo arcabouço fiscal pode não ser suficiente para reduzir as incertezas do mercado, pressionando a curva de juros futuros e dificultando a convergência da inflação para 3%.

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