Se você não ouviu falar ainda, o ChatGPT é uma das aplicações de crescimento mais rápido da história, um chatbot alimentado por um algoritmo de linguagem ampla (LLM) chamado GPT-4.
Este e outros modelos similares são capazes de gerar textos, imagens e vídeos de forma rápida e escalável, compreendendo e respondendo à linguagem humana de forma muito realista.
Porém, até agora, esses algoritmos eram limitados a realizar apenas uma tarefa de cada vez, exigindo instruções (conhecidas como “prompts”) para realizar tarefas mais complexas ou que dependem de variáveis externas. Mas isso pode mudar com a chegada do AutoGPT.
Desenvolvido para superar as limitações dos LLMs atuais, o AutoGPT é capaz de realizar procedimentos mais complexos e de várias etapas, criando seus próprios prompts e alimentando-os de volta para si mesmo em um loop.
Essa tecnologia pode ser um passo importante em direção à criação da inteligência artificial geral ou forte, capaz de realizar muitos tipos diferentes de tarefas, mesmo aquelas para as quais não foi originalmente criada, assim como um ser humano. O AutoGPT pode ser a nova fronteira na busca pelo “santo graal” da IA.











