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Setor de marketplaces: Queda da Americanas abre espaço para concorrentes

A crise da Americanas está mudando o comércio eletrônico no Brasil, ajudando concorrentes como Magalu e AliExpress. Com a queda nas vendas, a situação da Americanas levanta dúvidas sobre a força dos marketplaces. Claudio Dias, CEO da Magis5, diz que, apesar dos problemas, novas oportunidades estão surgindo. A hiperautomação e a diversificação podem ser a chave para ter sucesso em tempos difíceis.
Americanas
Fachada das lojas Americanas (Imagem: reprodução/internet)

Uma mudança relevante está ocorrendo na paisagem do comércio eletrônico brasileiro. A Americanas S.A., uma das líderes históricas do setor de marketplace, tem enfrentado dificuldades em meio à crise econômica que revelou um rombo de R$ 20 bilhões em suas contas em janeiro. A Magis5, startup especializada em automação de marketplaces, divulgou recentemente um estudo mostrando a queda da empresa na lista dos principais players do setor.

No ápice de seu desempenho em novembro de 2022, a Americanas registrou vendas de R$ 1,4 bilhão. Contudo, com a crise estabelecida, em fevereiro de 2023, o valor caiu para R$ 180 milhões – uma queda de 7,7 vezes. A empresa tornou esses dados públicos em um relatório submetido à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.

O levantamento da Magis5 revelou que, um mês após o anúncio da crise, a Americanas viu uma redução de 35,27% na média de pedidos diários e de 30,79% no GMV (Gross Merchandise Value). Quando comparado aos dois últimos trimestres de 2022, a queda é ainda maior: -47,35% na média de pedidos diários e -39,56% no GMV diário. Além disso, houve uma diminuição de 5,1% de vendedores ativos na plataforma.

O empresário Claudio Dias, CEO da Magis5, comentou sobre a situação: “Para os vendedores do setor de marketplaces, a crise na Americanas representa um desafio elevado. Apesar disso, a crise não significa o fim das oportunidades”. Dias enfatizou que a Americanas é uma marca consolidada no mercado e expressou a esperança de que a crise possa ser contornada com a ajuda dos vendedores, colaboradores e parceiros que tiram sua renda a partir do marketplace.

Esta crise abriu oportunidades para outros no setor de marketplaces, como o Magalu e o AliExpress, aumentarem sua participação no mercado. De acordo com relatórios da Conversion, o AliExpress está se aproximando da posição da Americanas como o sexto maior marketplace em termos de acessos mensais.

Os dados operacionalizados pela Magis5 vêm de seu próprio hub de automação, gestão e integração de marketplaces. Utilizando a hiperautomação, a startup oferece soluções de integração totalmente online para quem comercializa pela internet, permitindo gerenciar de forma rápida, fácil e segura vendas em diversas lojas e marketplaces como AliExpress, B2W Marketplace, Carrefour Marketplace, Madeira Madeira, Magazine Luiza, Mercado Livre e Shopee.

A crise da Americanas ilustra a importância da diversificação para os vendedores e a dinâmica imprevisível do setor de marketplaces. Conforme a empresa busca maneiras de contornar a crise, certamente será um período de observação cuidadosa para todos no setor.

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