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Com IPO no radar, construção civil ganha força na tese da Softplan

A tecnologia avançou, as barreiras de entrada caíram e a construção civil voltou ao radar da Softplan em 2015. Desde então, a companhia ampliou seu faturamento de R$ 30 milhões naquele ano para algo em torno de R$ 170 milhões em 2022, enquanto o número de clientes cresceu de 1,3 mil para 5,5 mil.

Em março, a Softplan anunciou a compra da Prevision, que oferece soluções para a cadeia da construção civil. O M&A, que não teve valor divulgado, foi o quarto da empresa catarinense voltado para o setor nos últimos anos. “Nós começamos nosso negócio, há 33 anos, com soluções para a construção civil, mas era um setor difícil de digitalizar e a oferta tecnológica na época não era a ideal”, lembra Ionan Fernandes, diretor executivo da Softplan, em entrevista para o InfoMoney.

Há também investimentos em marketplace para o setor, por meio da plataforma Collabo. “Hoje, cerca de 70% das construtoras compram insumos no varejo, existe uma lógica de pedido mínimo que não faz mais sentido. Nossa plataforma ajuda nisso”, explica Ionan Fernandes. Por mês, a Softplan estima movimentar R$ 5 bilhões em pedidos.

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Para este ano, a empresa de Santa Catarina projeta faturamento de R$ 760 milhões, o que seria um crescimento de 30% em relação ao ano passado. E os serviços de SaaS é que deverão puxar esse avanço, estima o diretor executivo. Outro tema que está no radar da empresa é prospectar uma oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) quando o mercado reabrir.

De acordo com a InfoMoney, Ionan Fernandes reforça que a empresa não tem pressa, mas afirma ver um interesse cada vez maior dos investidores pelo modelo de negócio.

“A Softplan chama a atenção do mercado pelas aquisições relevantes, como a Prevision, que trazem margem e tem sinergia. A Bolsa tem demanda para empresas com este perfil. O mercado está mais diligente. Se antes a pauta era crescimento qualquer preço, agora se busca previsibilidade e entrega”, lembra Luis Felipe Trovo, da LKC Capital.

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