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Focus: alta do PIB de 2023 cresce de 1,26% e reduz para 5,71% estimativa de inflação

O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (29/05) pelo Banco Central (BC), mostrou nova melhora no cenário de crescimento econômico para este ano. A mediana para a alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023 subiu de 1,20% para 1,26%, contra 1,00% há um mês. Considerando apenas as 30 respostas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa para o PIB no fim de 2023 saltou de 1,24% para 1,57%.

Já para 2024, o relatório mostrou manutenção da estimativa de crescimento do PIB de 1,30%, contra 1,41% de um mês atrás. Considerando apenas as 25 respostas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa para o PIB de 2024 subiu de 1,24% para 1,30%.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 5,80% para 5,71% este ano. Para 2024, a projeção da inflação ficou em 4,13%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4% para os dois anos.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior, 4,75%. Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.

A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em abril, influenciado pelo aumento dos preços de remédios, o IPCA ficou em 0,61%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é inferior à taxa de março, de 0,71%. Em 12 meses, o indicador acumula 4,18%. Para maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,51%.

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa de déficit em conta corrente do balanço de pagamentos para 2023 no Boletim Focus desta semana. A projeção deficitária continuou em US$ 47,06 bilhões ante US$ 48,00 bilhões de um mês atrás. Para o próximo ano, a estimativa de déficit passou de US$ 53,05 bilhões para US$ 52,40 bilhões, de US$ 52,75 bilhões há quatro semanas.

Para o superávit da balança comercial em 2023, a projeção continuou em US$ 60,00 bilhões, mesmo valor esperado há um mês. Para 2024, a mediana superavitária variou de US$ 54,60 bilhões para US$ 55,00 bilhões, de US$ 54,60 bilhões há quatro semanas.

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