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Subsídios da União sobem R$ 156 bi em 2022 e atingem maior patamar em seis anos

Imagem: Getty Images

O total de subsídios concedidos pelo governo federal subiu R$ 156,25 bilhões em 2022, durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro. No total, os subsídios somaram R$ 581,49 bilhões, o equivalente a 5,86% do Produto Interno Bruto (PIB), maior patamar desde 2016, quando atingiu 6,13% do PIB. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Planejamento.

Esse resultado foi impulsionado pelo aumento de gastos com benefícios tributários, principalmente a desoneração de combustíveis, e de crédito, como programas com juros subsidiados, que também puxaram a alta em 2021, após cinco anos de estabilidade.

De acordo com o documento, após uma alta dos subsídios entre 2003 e 2015 (quando alcançaram 6,66% do PIB), esses benefícios caíram ao longo de cinco anos, voltando a crescer em 2021.

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Os subsídios incluem: gastos tributários, que são renúncias de arrecadação para incentivar setores, esses benefícios foram de R$ 461,05 bilhões (4,65% do PIB); subsídios financeiros, ou seja, desembolsos efetivos realizados por meio de subvenções econômicas; subsídios creditícios, quando a União precisa compensar as perdas com taxas de juros mais baixas que o custo de captação. Foram R$ 120,43 bilhões de subsídios financeiros e creditícios (1,21% do PIB) em 2022.

O Planejamento destacou a elevação nominal dos gastos com subsídios creditícios (alta de R$ 61,7 bilhões), com peso principalmente de fundos constitucionais e do Fies, e dos tributários (R$ 88,8 bilhões), com destaque para combustíveis (R$ 30 bilhões). O impacto dos subsídios financeiros (como Pronaf) foi menor, de R$ 5,8 bilhões.

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