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Anvisa aprova o Cabotegravir: o primeiro medicamento injetável contra o HIV no Brasil

Cabotegravir é um medicamento injetável para prevenção do HIV — Foto: Divulgação

Na luta constante contra o HIV, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente o Cabotegravir, o primeiro medicamento injetável contra o HIV no Brasil. Esse avanço significativo na medicina brasileira representa um passo enorme para a prevenção do HIV, com a nova droga atuando como uma profilaxia pré-exposição (PrEP) para prevenir possíveis infecções.

O Cabotegravir foi aprovado para uso no Brasil pela gigante farmacêutica britânica GSK, com o registro oficial do medicamento publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 5 de junho. Ainda não se sabe quando a droga começará a ser comercializada no país.

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O Cabotegravir, administrado inicialmente em duas doses durante um mês e subsequentemente a cada dois meses, marca uma evolução significativa nos tratamentos preventivos do HIV. Antes dessa aprovação, os únicos tratamentos disponíveis eram comprimidos de doses diárias.

Os testes clínicos demonstraram que o Cabotegravir é 69% mais eficaz na prevenção do HIV do que o Truvada, a droga anteriormente mais utilizada para esse fim. Os ensaios envolveram 4.600 participantes em 40 locais espalhados pela Ásia, África e América, incluindo instituições nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Desde o surgimento da Aids na década de 1980, o Brasil registrou mais de um milhão de casos da doença, de acordo com o Ministério da Saúde. O Cabotegravir representa uma nova arma poderosa na luta contra o vírus HIV, que causa a Aids.

A liberação do Cabotegravir em 1º de junho, documentada no Diário Oficial da União em 5 de junho, marca um avanço significativo na prevenção do HIV.

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