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BMS Leaders Table discute em São Paulo as decisões que empresas não podem adiar com a Reforma Tributária

O BMS Leaders Table reunirá especialistas para discutir como empresas podem se preparar para a Reforma Tributária, com foco em decisões práticas, riscos e adaptação.
BMS Leaders Table debate os impactos da Reforma Tributária em ambiente corporativo, com documentos financeiros, computador e indicadores de planejamento empresarial.
Preparação para a Reforma Tributária exige revisão de processos, sistemas e estratégias empresariais, tema que estará no centro dos debates do BMS Leaders Table. (Foto: Ilustrativa)

A Reforma Tributária entrou em uma fase mais sensível para as empresas brasileiras. Depois da aprovação política, o desafio passou a ser entender o que fazer, como fazer e quando fazer para adaptar operações, contratos, sistemas e planejamento financeiro ao novo modelo. Esse será o foco do primeiro painel do BMS Leaders Table, marcado para 18 de junho (18/06), em São Paulo.

O encontro reunirá executivos e especialistas para discutir os impactos práticos da mudança tributária sobre decisões empresariais.

A transição para o novo sistema começa a exigir respostas concretas. A Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) substituirão gradualmente tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e parte do IPI, em um modelo que busca simplificar a tributação sobre o consumo.

BMS Leaders Table discute a etapa prática da Reforma Tributária

O primeiro painel do encontro terá como tema “Reforma Tributária na prática: o que fazer, como fazer e quando fazer”. A discussão reunirá Rubens Tavares, CEO do Grupo BMS; Juliana Zobaran, diretora de Impostos para América Latina e México da Vantiva; e Cauê Azevedo, gerente tributário da BMS.

A escolha do tema reflete uma mudança no ambiente corporativo. A dúvida central já não está apenas no desenho da reforma, mas na capacidade das empresas de transformar a nova legislação em plano de ação.

Na prática, essa preparação envolve:

  • revisão de processos fiscais;
  • adequação de sistemas de emissão e apuração;
  • análise de créditos tributários;
  • revisão de contratos comerciais;
  • avaliação de impacto em preços, margens e caixa.

A Receita Federal já publicou orientações sobre a entrada em vigor da CBS e do IBS a partir de 1º de janeiro de 2026, marco que aumenta a necessidade de preparação técnica das empresas. E, além disso, entra em foco no BMS Leaders Table.

O que fazer antes da transição ganhar velocidade

O primeiro passo para as empresas é mapear onde a Reforma Tributária afeta a operação. Isso inclui identificar produtos, serviços, centros de custo, contratos e cadeias de fornecimento mais sensíveis à mudança.

A transição não será apenas contábil. O novo modelo pode alterar a forma como empresas apuram tributos, registram operações e organizam suas cadeias produtivas. O Ministério da Fazenda afirma que o IBS e a CBS terão regras harmonizadas e substituirão gradualmente o sistema atual.

Essa mudança exige uma leitura integrada entre áreas fiscal, financeira, jurídica, comercial e tecnológica. Fator a bordado em São Paulo, durante o BMS Leaders Table. Empresas que tratam a reforma apenas como obrigação acessória podem reagir tarde a impactos em margem, capital de giro e competitividade.

Como fazer a adaptação sem transformar a reforma em custo oculto

A adaptação exige método. Antes de investir em sistemas ou redesenhar processos, empresas precisam medir o impacto econômico da mudança.

Isso passa por simulações de carga tributária, revisão de créditos, análise de contratos e avaliação de riscos durante a convivência entre regras antigas e novas. O período de transição tende a aumentar a complexidade operacional justamente porque o sistema atual não será substituído de uma só vez.

O Comitê Gestor do IBS e a Receita Federal também orientaram que documentos fiscais eletrônicos deverão passar a destacar CBS e IBS durante a fase inicial do novo modelo, o que pressiona empresas a ajustar sistemas e rotinas internas.

No BMS Leaders Table, a análise ampliada deve tratar justamente desse ponto: como sair da leitura jurídica da reforma e chegar a um roteiro prático de preparação empresarial.

Quando agir virou a pergunta mais importante

A implementação gradual pode dar a impressão de que ainda há tempo. No entanto, a preparação tardia tende a elevar custos e reduzir margem de manobra.

Empresas que esperarem a transição avançar podem enfrentar mudanças apressadas em sistemas, contratos desatualizados e dificuldade para medir efeitos sobre preços e caixa. A antecipação, nesse caso, funciona menos como vantagem tributária e mais como proteção estratégica.

O BMS Leaders Table se posiciona nesse momento como fórum de discussão para lideranças que precisam tomar decisões antes que os efeitos da reforma apareçam integralmente nos balanços.

BMS Leaders Table amplia debate sobre os desafios da nova economia brasileira

Promovido pela BMS Consultoria Tributária, o encontro em São Paulo reunirá um grupo seleto de líderes e executivos para debater impactos da Reforma Tributária, cenário macroeconômico e temas estratégicos para empresas. A própria BMS define o Leaders Table como uma comunidade voltada a executivos C-Level, com foco em conteúdo, relacionamento e troca de experiências.

Ao colocar a Reforma Tributária na prática no centro do debate, o BMS Leaders Table reforça uma leitura que já começa a se consolidar no mercado: a reforma deixou de ser apenas uma mudança de regra e passou a exigir decisão empresarial.

Foto de Moisés Freire Neto

Moisés Freire Neto

Moisés Freire Neto é jornalista formado pela Faculdade Estácio e pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), com atuação em economia e negócios. Integra as equipes editoriais do Economic News Brasil e do J1, veículos que compõem o Sistema BNTI de Comunicação. Sua atuação é fundamentada em sólida experiência em jornalismo editorial e comunicação institucional.

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