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Especulações crescem sobre o adiamento do aumento da taxa de juros nos EUA; Brasil aguarda decisão do COPOM

(Foto: Markus Winkler/Pexels)

Os Estados Unidos, na véspera de uma crucial reunião do Comitê de Mercado Aberto (FOMC), que ocorrerá nos dias 13 e 14 de junho, vivenciam um aumento nas especulações dos analistas de política monetária. A palavra-chave que ressoa no mercado financeiro é “adiar”, apontando para um possível adiamento do aumento da taxa de juros.

Esta informação, publicada originalmente pelo Financial Times, indica que o FOMC pode esperar para observar mais dados econômicos antes de tomar a decisão sobre um potencial aumento de 25 pontos-base nos Fed Funds em julho. A reunião da próxima semana pode ser o palco de uma estratégia cautelosa por parte do comitê, que visa evitar perturbar a economia enquanto se esforça para manter a taxa de inflação em 2% ao longo do tempo.

Patrick Harker, presidente do Federal Reserve Bank da Filadélfia, durante um evento do Official Monetary and Financial Institutions Forum (OMFIF), expressou a preferência por aumentar as taxas a cada duas reuniões, em vez de consecutivamente. Esta posição foi ecoada por Philip Jefferson, membro do FOMC e indicado por Joe Biden para ser o próximo vice-presidente do Federal Reserve. Ele salientou que “pular” um aumento de taxa permitiria ao comitê avaliar mais dados antes de tomar decisões cruciais.

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No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) tem reunião agendada para os dias 20 e 21 de junho. O encontro será crucial para definir a direção da taxa Selic, a taxa básica de juros do país, atualmente em 13,75% ao ano. O Copom definirá se a taxa será aumentada, diminuída ou mantida estável, levando em conta a inflação, as contas públicas, atividade econômica e o cenário externo.

A expectativa é que a taxa Selic termine 2023 em 12,50%, segundo o Boletim Focus do Banco Central. A decisão sobre a taxa Selic é um fator determinante no controle da inflação pelo Banco Central e é esperada com ansiedade pelo mercado brasileiro.

A atmosfera de incerteza tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil demonstra que a economia global continua a ser um terreno incerto, onde a cautela e a análise aprofundada dos dados são essenciais para a tomada de decisões informadas. As decisões desses comitês, tanto no FOMC quanto no Copom, terão um impacto significativo nas economias local e global.

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