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Como a China está impulsionando a recuperação dos preços do petróleo pós-pandemia

Ministro Marcos Aurélio de Mello
Foto: Hermaion/Pexels

Os preços do petróleo subiram expressivos 3% nesta terça-feira, motivados pela esperança de uma demanda crescente por combustível. Este movimento ocorre após o banco central da China, conhecido como PBoC, reduzir a taxa de empréstimo de curto prazo pela primeira vez em 10 meses. A decisão impulsionou a commodity, recuperando as fortes perdas sofridas na sessão anterior.

A medida tomada pelo banco central chinês pode levar a uma queda nas taxas de referência de empréstimos – as conhecidas LPRs. A iniciativa vem como resposta aos sinais de arrefecimento apresentados pela segunda maior economia do mundo. A decisão final sobre as principais taxas será anunciada na terça-feira, 20 de junho.

Impulsionando a economia global após a pandemia

O corte da taxa tem como objetivo principal impulsionar a recuperação econômica pós-pandemia na China, que é também a maior importadora de petróleo bruto do mundo. Esta ação tem o potencial de aquecer a economia global, gerando um impacto positivo para as economias dependentes do petróleo.

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O petróleo Brent, referência internacional para preços do petróleo, encerrou o dia com um aumento de 2,45 dólares, ou 3,4%, cotado a 74,29 dólares o barril. O petróleo nos Estados Unidos também teve um bom dia, com ganhos de 2,30 dólares, ou 3,4%, fechando a 69,42 dólares o barril.

A economia chinesa e os preços do petróleo

Na segunda-feira, os preços do petróleo caíram cerca de 4%, parcialmente devido às preocupações com a economia chinesa após dados econômicos decepcionantes serem liberados na semana passada. No entanto, com o anúncio da redução da taxa de empréstimo, a economia chinesa e os preços do petróleo mostram sinais de recuperação.

O PBoC também injetou uma quantia significativa de 2 bilhões de yuans (US$ 279,9 milhões) em liquidez no mercado financeiro através do acordo de recompra reversa de sete dias, a uma taxa de juros de 1,9%, abaixo da taxa anterior de 2%.

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