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Como é feita a avaliação de rating de um país pela S&P Global?

Descubra como é feita a avaliação de rating de um país pela S&P Global, que refletiu na recente elevação da perspectiva do Brasil.
(Foto: Artem Podrez/Pexels)

Como é feita a avaliação de rating de um país pela S&P Global? Este é um processo meticuloso e complexo. Reconhecida mundialmente como uma das principais agências de classificação de risco, a S&P anunciou nesta quarta-feira (14/06) um marco significativo para a economia brasileira: a elevação da perspectiva de rating do Brasil de estável para positiva, uma melhoria que não era observada desde 2019. Na avaliação do rating de crédito soberano, a agência utiliza uma série de critérios rigorosos para determinar se um país possui tanto a capacidade quanto a vontade de honrar suas obrigações financeiras de maneira completa e pontual.

Confira aqui estão alguns dos principais fatores que a S&P considera ao avaliar o rating de crédito soberano de um país:

1. Estabilidade política e econômica: A S&P analisa o ambiente político de um país e a estabilidade de suas políticas econômicas. Isso inclui a avaliação da eficácia do governo, o estado do sistema legal, a transparência das políticas e a propensão para crises políticas ou sociais que possam impactar a economia.

2. Performance econômica: A agência também examina indicadores-chave da economia de um país, incluindo o PIB per capita, a taxa de crescimento do PIB, a inflação e a taxa de desemprego. Ela também avalia a diversidade econômica do país, a dependência de recursos naturais e a exposição a choques econômicos externos.

3. Flexibilidade e eficácia da política monetária: A S&P analisa a habilidade de um país de usar a política monetária para estabilizar sua economia. Isso inclui uma avaliação da independência do banco central, da eficácia na gestão da inflação e das taxas de juros, e da capacidade de responder a choques econômicos.

4. Situação fiscal e dívida pública: A agência examina a saúde fiscal do país, incluindo a relação entre dívida e PIB, o déficit orçamentário, a estrutura da dívida e a eficácia na gestão da dívida pública.

5. Balanço de pagamentos e posição internacional de investimento: Isso inclui a análise do déficit ou superávit da conta corrente, as reservas de moeda estrangeira, a exposição a flutuações das taxas de câmbio e a dependência de financiamento externo.

Vale destacar que os fatores são avaliados tanto qualitativamente quanto quantitativamente para chegar a uma classificação geral. É importante observar que o processo de classificação é contínuo, com a S&P monitorando constantemente os países para quaisquer mudanças que possam afetar sua classificação.

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