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Produção Industrial Brasileira Recua 0,6% em Abril, Revela IBGE

Imagem: Pixabay

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em abril de 2023 a produção industrial brasileira apresentou um recuo de 0,6% comparado ao mês de março, na série ajustada sazonalmente. Esta queda foi observada em 10 dos 15 locais pesquisados, com as diminuições mais significativas ocorrendo no Amazonas (-14,2%) e Pernambuco (-5,5%).

Por outro lado, houve um avanço na produção industrial do **Rio Grande do Sul (2,2%)**, o mais elevado entre os locais pesquisados. Além disso, a média móvel trimestral foi positiva em oito dos 15 locais, com destaque para Bahia (3,8%), Pará (2,7%), Pernambuco (2,6%), Região Nordeste (2,2%) e Mato Grosso (1,0%).

No entanto, também foram observados recuos importantes em Goiás (-2,5%), Amazonas (-1,1%), Paraná (-1,0%) e Espírito Santo (-0,9%) no mês de abril. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a indústria apresentou queda de 2,7% em abril, com resultados negativos em 12 dos 18 locais pesquisados.

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As maiores quedas foram observadas no Maranhão (-16,4%), Ceará (-7,8%), Rio Grande do Sul (-7,2%) e Pernambuco (-6,7%). Além desses, Ceará (-3,7%), Minas Gerais (-3,0%), Região Nordeste (-2,4%), Paraná (-2,2%), Rio de Janeiro (-1,8%), Goiás (-1,5%) e Espírito Santo (-1,2%) também tiveram taxas de queda mais intensas que a média nacional (-0,6%), enquanto São Paulo registrou um recuo mais suave (-0,2%).

Na comparação com abril de 2022, a indústria recuou 2,7% em abril de 2023, com taxas negativas em 12 dos 18 locais pesquisados. Vale destacar que abril de 2023 teve um dia útil a menos (18 dias) que o mesmo mês do ano anterior (19).

No último quadrimestre de 2022 comparado aos quatro primeiros meses de 2023, houve perda de dinamismo em cinco dos 15 locais pesquisados, refletindo o movimento observado no total nacional, que passou de 0,2% para -1,0%.

Os dados do IBGE indicam uma retração significativa na produção industrial brasileira em abril de 2023, com recuos particularmente acentuados em alguns estados. Este panorama ilustra os desafios enfrentados pela indústria nacional em um contexto complexo, ressaltando a necessidade de estratégias eficazes para estimular a produção e mitigar os impactos negativos.

Para o Amazonas, que apresentou a maior queda (-14,2%), a retração interrompeu quatro meses consecutivos de crescimento na produção, período em que acumulou ganho de 22,3%. Similarmente, Pernambuco, com um decréscimo de 5,5%, eliminou parte do crescimento acumulado de 33,5% nos três primeiros meses de 2023.

Já o Rio Grande do Sul, apesar de apresentar a maior alta (2,2%), ainda sente os efeitos da queda mais intensa no comparativo anual (-7,2%).

O índice de média móvel trimestral para a indústria variou 0,1% no trimestre encerrado em abril frente ao nível do mês anterior. Apesar dos desafios, oito dos 15 locais pesquisados apontaram taxas positivas nesse mês, destacando os avanços mais acentuados assinalados por Bahia (3,8%), Pará (2,7%), Pernambuco (2,6%), Região Nordeste (2,2%) e Mato Grosso (1,0%).

É fundamental para o país acompanhar de perto a evolução dos índices industriais e avaliar estratégias eficazes para a retomada do crescimento. O papel das políticas públicas e das medidas de incentivo se torna, portanto, cada vez mais crucial no fortalecimento da indústria brasileira, especialmente diante de um cenário de recuo como o atual.

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