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Instituições financeiras privadas adotam cautela na redução das taxas de juros após a decisão do Copom

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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Após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic para 13,25% ao ano, instituições financeiras têm adotado uma postura cautelosa em relação à diminuição das taxas de juros para pessoas físicas e empresas.

O Itaú anunciou que irá repassar a redução dos juros da Selic para sua linha de crédito pessoal, sendo válida para a taxa máxima no caso de novas contratações de pessoas físicas a partir desta sexta-feira (4). Contudo, o banco não forneceu detalhes sobre os valores que serão alterados de acordo com o perfil e relacionamento do cliente.

O Bradesco informou que está avaliando possíveis mudanças em suas taxas, enquanto o Santander e o Mercantil ainda não fizeram alterações nos juros praticados.

Por outro lado, o C6 Bank anunciou uma redução em suas taxas no parcelamento da fatura do cartão de crédito. A taxa mínima foi reduzida de 5,99% para 3,00% ao mês, com vigência imediata. O banco planeja uma nova redução até o final de agosto, quando a taxa deverá ficar em torno de 1,99% ao mês. O C6 Bank também estenderá o prazo para o pagamento da fatura para até 72 meses.

O Banco Daycoval comunicou que realizará uma redução automática nas taxas de juros em todos os seus produtos de crédito que têm a Selic como referência, incluindo linhas de capital de giro e contas garantidas. No entanto, detalhes específicos sobre os cortes nas taxas não foram mencionados na nota.

O BMG não emitiu declaração, pois está em período de silêncio devido à divulgação de resultados financeiros, enquanto o Inter está avaliando internamente e prometeu comunicar qualquer alteração em breve. O PagBank optou por não se manifestar, e Nubank, Pan e Banrisul ainda não divulgaram comunicados sobre o assunto.

Por outro lado, os bancos públicos Caixa e Banco do Brasil anunciaram cortes nas taxas de empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) no mesmo dia da queda da Selic. A Caixa ressaltou que não houve alterações em outras linhas de crédito além do consignado, enquanto o Banco do Brasil afirmou que também houve redução nas taxas de outros produtos direcionados a pessoas jurídicas.

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