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Parques eólicos offshore vão priorizam produção de hidrogênio verde no Brasil

ENERGIA EÓLICA OFFSHORE
(Foto: Reprodução/Internet)

A produção de hidrogênio verde será o principal enfoque dos futuros parques eólicos offshore no Brasil, afirmou o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. Ele enfatizou que o Brasil atualmente gera mais energia do que consome.

Essa declaração surge em um momento em que a petroleira está explorando alternativas de energia, como a eólica offshore e o hidrogênio verde, como parte de sua transição energética.

Prates destacou o excedente de energia no Brasil, o que implica que os projetos de eólica offshore “muito provavelmente não serão destinados à produção de energia para a rede, para nosso consumo diário”.

“Esses parques eólicos terão principalmente a finalidade de produzir hidrogênio verde”, afirmou Prates durante sua participação em uma audiência conjunta das Comissões de Infraestrutura e Desenvolvimento do Senado Federal.

“Hidrogênio é o ‘downstream’ dessa grande escala de energia renovável. Para ser considerado verde, ele precisa ser produzido a partir de fontes renováveis… E para ser de fonte renovável, deve ser produzido em grande escala e a baixo custo”, ressaltou.

O executivo também mencionou que é provável que o hidrogênio produzido no Brasil seja destinado aos mercados internacionais antes mesmo de atender à demanda doméstica. Ele previu: “Porque estaremos passando por nossa própria transição, ainda usando diesel, aumentando a proporção de gasolina e etanol”.

Prates também expressou a crença de que o Nordeste brasileiro é “o melhor lugar do mundo” para a geração de energia eólica offshore. Ele destacou as perspectivas de custos baixos, especialmente em locais onde as torres podem ser instaladas em águas rasas.

O Brasil apresenta um grande potencial para a exploração de energia eólica offshore, o que tem atraído o interesse de empresas de petróleo e companhias de energia elétrica. Projetos iniciais, com um total de 189 gigawatts (GW) de capacidade, estão em processo de licenciamento pelo Ibama. O governo pretende aprovar um marco regulatório para energia eólica offshore e hidrogênio verde até o final deste ano.

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