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Bancos tradicionais vs fintechs no Brasil

A batalha entre bancos tradicionais e fintechs no Brasil está mais acirrada do que nunca! Com o surgimento de 1.289 fintechs, os consumidores agora possuem, em média, 4,3 contas bancárias, refletindo uma nova era de competição e inovação. A pesquisa revela que 57% dos brasileiros estão dispostos a mudar de banco principal, especialmente entre as classes A e B. O que motiva essa mudança? Experiência digital, conveniência e confiança são fatores cruciais. Descubra como essa dinâmica está moldando o futuro do setor financeiro e quais instituições estão se destacando nessa corrida!
(Foto:Andrea Piacquadio/Pexels)

O aumento expressivo de fintechs no mercado bancário brasileiro intensificou a competição entre bancos tradicionais e digitais pelo favoritismo dos consumidores. Essa tendência foi destacada em um estudo realizado pelo Google, em parceria com os institutos Quantas e Liga Pesquisa, denominado “Think Finance”.

Em 2022, com a identificação de 1.289 fintechs, os bancos intensificaram seus esforços para atrair e fidelizar clientes. O estudo revelou que, até 2023, a média de contas bancárias por brasileiro aumentou para 4,3, em comparação com 2,6 do ano anterior. Os clientes, por sua vez, mencionaram interações com, no mínimo, três instituições financeiras e reconhecem a presença de 21 empresas no mercado.

Pessoas com maior poder aquisitivo, das classes A e B, são as que mais contribuem para o crescimento do número de contas, devido à sua maior familiaridade com as inovações do setor. Especificamente, consumidores de 25 a 35 anos estão mais conectados com os diferentes participantes deste mercado.

No Brasil, ser a instituição financeira de preferência é desafiador. Em média, entre quatro contas bancárias que um cliente tem, apenas duas são vistas como principais. Para 77% dos entrevistados, o banco mais usado para pagamentos e transferências é o mais importante, enquanto 58% priorizam onde recebem o salário. Ofertas de crédito são valorizadas por 49% e investimentos por 44% dos entrevistados.

Quando se trata dos bancos favoritos, a disputa é acirrada principalmente nas áreas de contas correntes e serviços de investimento. A escolha é orientada por uma boa experiência digital, conveniência e confiança. Porém, ser o banco preferido hoje não assegura essa posição no futuro.

Segundo a pesquisa, 57% dos entrevistados consideram mudar seu banco principal. Esse número sobe para 65% entre os da classe A. Essa inclinação para a mudança não se limita a certos bancos, sendo uma tendência do setor como um todo. Enquanto a marca menos provável de ser trocada tem 55% de satisfação, a mais propensa a mudanças conta com 63%, mostrando pequenas variações em um mercado cheio de possibilidades.

Outra evidência que sustenta esta tendência é o crescimento nas buscas genéricas. Em 2023, houve um aumento de 47% nas pesquisas de consumidores que procuram instituições financeiras com melhores benefícios, seja para crédito ou para investimentos mais atrativos.

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