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Livraria Saraiva demite funcionários e foca no e-commerce

Foto:Reprodução/Internet

A Livraria Saraiva (SLED4), que já foi a maior rede de livrarias do Brasil com cerca de 100 unidades, tomou uma decisão significativa nesta quarta-feira (20). A empresa em recuperação judicial demitiu os funcionários de suas últimas 5 lojas, marcando uma transição importante em sua história. A partir de 25 de setembro, a Saraiva operará exclusivamente como um e-commerce. Essa mudança é um reflexo de anos de desafios financeiros e da crescente migração para o comércio online.

Transformação da Saraiva em E-commerce

Até esta semana, a Saraiva mantinha quatro lojas em São Paulo – na Praça da Sé, Shopping Aricanduva, Jundiaí e Novo Shopping – e uma em Campo Grande (MS). No entanto, em 2018, a empresa já havia começado a reduzir sua operação física, ficando com 84 unidades. Pouco depois, entrou com um pedido de recuperação judicial, revelando uma dívida de R$ 674 milhões na época. Desde então, a Saraiva continuou diminuindo suas lojas físicas, priorizando cada vez mais o comércio online.

Desafios financeiros e futuro incerto

A situação da Saraiva permanece complexa no cenário econômico do varejo brasileiro. A atividade da empresa diminuiu consideravelmente, e alguns pagamentos, incluindo o de Conselheiros, estão atrasados, o que levou a renúncias no conselho. O prejuízo líquido ajustado no segundo trimestre de 2023 foi de R$ 16,2 milhões, 26% melhor em relação ao ano anterior. No entanto, a receita líquida diminuiu significativamente devido à redução do número de lojas. A pandemia agravou uma situação já difícil, e a Saraiva, que já teve 112 lojas em 2017, agora enfrenta um futuro incerto, com apenas 58 lojas em operação.

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