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Precisamos falar mais sobre saúde mental – Por Abílio Diniz

Foto Divulgação

O Setembro Amarelo é uma campanha muito importante de prevenção ao suicídio, este tema tabu, que precisa ser mais debatido.

Os médicos dizem que estamos vivendo uma verdadeira epidemia de saúde mental, agravada pela pandemia. Pesquisas apontam grande aumento da ansiedade, da tristeza, da depressão e também dos suicídios diante de tantas transformações nas nossas vidas.

Por isso, antes de mais nada, é preciso quebrar o preconceito de não se querer falar de suicídio, de não se querer buscar auxílio das pessoas próximas e dos profissionais da área. É preciso também combater o preconceito contra remédios que podem nos ajudar a ter mais saúde mental.

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Uma das razões do meu crescimento foi ter buscado o autoconhecimento ao longo da vida, com auxílio profissional. Eu sempre fiz análise e sigo fazendo até hoje.

Se você sente que você ou pessoa próxima está com algum problema de saúde mental, forte depressão, completa apatia, quebre o preconceito e a resistência e busque ajuda.

As redes sociais, como essa aqui, podem inclusive ser parte do problema pois passam a sensação de que todos são felizes, bem-sucedidos, cercados de amigos e parentes celebrando grandes conquistas. É natural que as pessoas editem as suas vidas nas redes para mostrar apenas os momentos luminosos. Mas nós sabemos que a vida não é bem assim. Ela é cheia de dificuldades, de desafios, de problemas que às vezes parecem insolúveis e terríveis.

As redes sociais podem também ser parte da solução, por isso as utilizo tanto para divulgar minhas ideias e meus aprendizados, buscando mostrar às pessoas que existe um caminho melhor. Um caminho de bem-estar, de uma vida saudável e mais feliz.

Todos temos dentro de nós a centelha da vida, capaz de nos levar adiante mesmo nos piores momentos. Um parente, um amigo ou um profissional da área de saúde mental podem ajudar você a encontrar essa luz interior que vai levá-lo a uma vida melhor.

Por isso, tenho como um dos meus valores básicos o equilíbrio emocional baseado no autoconhecimento. Temos muitos papéis na vida. O papel de pai, de filho, de marido, de trabalhador, de esportista, de amigo, e tantos outros. Nós temos também inúmeras atividades: convívio com a família, trabalho, esporte, lazer… A grande sabedoria é conseguir manter esses papéis e atividades em equilíbrio. Se uma dessas relações ou atividades está ruim, busque colocar mais luz numa área que vai bem.

Transmito este conselho sendo alguém que já viveu muitas coisas, superou muitas coisas e alcançou muitas coisas: cuide da sua saúde mental e da saúde mental das pessoas próximas. Busque apoio dos profissionais da área. Há muito conhecimento para lidar com esse verdadeiro mal do século.

Fica o alerta.

*Opinião – Artigo por Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações.

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