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Desmatamento na Amazônia: queda em 2022/2023, aponta Inpe

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais revela queda significativa no desmatamento amazônico, totalizando 9.001 km², marcando o menor índice em cinco anos.
A Amazônia consolidou-se como o bioma com a maior área de pastagem no Brasil em 2022, superando o Cerrado pelo segundo ano consecutivo.
Foto: Tom Fisk
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O desmatamento na Amazônia Legal, entre agosto de 2022 e julho de 2023, alcançou 9.001 km², revelando uma queda significativa de 22,3%, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta quinta-feira (9). Os números, provenientes do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), indicam o menor índice em cinco anos.

Esse resultado representa uma inversão na tendência de aumento observada nos últimos anos. O Prodes, considerado o método mais confiável e preciso pelos cientistas, monitora a supressão florestal nos nove estados que compõem a Amazônia Legal, no intervalo de agosto a julho.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destaca que a decisão política de “desmatamento zero” do presidente Lula e ações integradas do governo foram cruciais para esse declínio. A redução de alertas de desmatamento entre agosto e dezembro de 2022, registrado pelo sistema Deter, evidenciou um aumento de 54%, revertido em 2023 com uma redução de 42%.

Nos 70 municípios mais desmatadores, houve uma queda expressiva de 42,1%. Estados como Amazonas (-40%), Pará (-21%), e Rondônia (-42%) também apresentaram reduções, enquanto Mato Grosso teve um aumento de 9%.

Comparado ao ano anterior, a diminuição do desmatamento na Amazônia totalizou 2.593 km², representando uma emissão evitada de 133 milhões de toneladas de carbono equivalente, contribuindo para uma queda de 7,5% nas emissões nacionais de CO2. O governo brasileiro visa zerar o desmatamento na região até 2030.

Entre as medidas que contribuíram para a redução, destaca-se o aumento de multas e embargos emitidos pelo Ibama e ICMBio. Essas ações refletem um esforço significativo do governo em conter a degradação ambiental na Amazônia Legal.

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