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E-commerce cresce na América Latina, diz Morgan Stanley

Morgan Stanley revisa projeções para consumo e varejo LATAM em 2024, com foco no e-commerce.
Morgan Stanley
Foto: Germano Lüders

Morgan Stanley, um dos principais bancos globais, recentemente atualizou suas projeções para o setor de consumo e varejo na América Latina em 2024. A perspectiva é de uma aceleração significativa no crescimento do e-commerce na região, refletindo as tendências emergentes no setor.

Na avaliação do banco, o Magazine Luiza (MGLU3) teve sua recomendação alterada de equalweight para underweight, com um corte no preço-alvo de R$ 2,75 para R$ 2. Paralelamente, a recomendação underweight para as ações da Casas Bahia (BHIA3) foi mantida, com o preço-alvo reduzido de R$ 11,40 para R$ 10. Por outro lado, as ações negociadas na Nasdaq do Mercado Livre (BDR: MELI34) foram preferidas no segmento.

Essas mudanças nas recomendações coincidiram com um dia desafiador para o mercado. As ações MGLU3 registraram queda de 5,70% para R$ 2,15, enquanto BHIA3 caiu 2,27%, para R$ 9,88.

Dinâmica divergente no comércio eletrônico

Os analistas do Morgan Stanley observaram tendências divergentes entre as operadoras de comércio eletrônico na América Latina. Destacaram o crescimento do Mercado Livre como um dos maiores beneficiários da participação de mercado, em contraste com as dificuldades enfrentadas pela Americanas (AMER3).

Para empresas como Magalu e Casas Bahia, espera-se que a pressão nos lucros persista, especialmente devido à lenta recuperação do setor eletrônico e à nova ênfase em categorias recém-adicionadas. Méliuz (CASH3) manteve a recomendação equalweight, com incertezas nas operações principais de reembolso, enquanto a Americanas (AMER3) não recebeu recomendação devido ao seu processo de recuperação judicial em curso.

Análise do setor de vestuário e varejo alimentar

No segmento de vestuário, os analistas deram recomendação equalweight para Lojas Renner (LREN3) e underweight para C&A (CEAB3). Eles expressaram cautela sobre os investimentos em digitalização e a pressão competitiva nos preços, apesar de uma tendência favorável para o comércio de vestuário online.

Para o varejo alimentar, apesar dos desafios enfrentados em 2023, como a pressão do atacarejo, o Morgan Stanley mantém uma visão otimista para o segmento. Com a esperança de uma reversão dos ventos contrários, os analistas recomendam overweight para Assaí (ASAI3) e Carrefour Brasil (CRFB3). Já para o GPA (PCAR3), a recomendação é equalweight, destacando os esforços de simplificação da estrutura, apesar da pressão sobre o fluxo de receita líquida.

Conclusão: Perspectivas Misturadas para o Setor

Em resumo, o Morgan Stanley apresenta uma visão mista para o setor de consumo e varejo na América Latina em 2024. O crescimento robusto do e-commerce contrasta com os desafios enfrentados por empresas tradicionais do setor, mostrando uma dinâmica de mercado em rápida transformação.

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