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Crescimento da construção civil e escassez da mão de obra

A previsão da Cbic para o setor de Construção Civil em 2024: mais contratações e capacitação de funcionários.
Trabalhadores da construção civil (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), prevê um aumento na demanda por trabalhadores no setor de construção civil a partir do segundo semestre de 2024. Isso ocorrerá como resultado dos novos projetos do governo para esse ano.

A escassez de trabalhadores qualificados tem sido um desafio persistente, além disso, o aumento dos investimentos em infraestrutura e habitação tem gerado preocupações. Com uma série de projetos de grande porte programados para os próximos anos para os setores de habitação e infraestrutura.

Projeções

As construtoras estão se preparando para o cenário, adiantando contratações, capacitando funcionários e incentivando a participação das mulheres no setor. A estimativa é que o número de trabalhadores com carteira assinada no setor da construção, que atualmente está em 2,66 milhões, chegue a 3 milhões até o início de 2025.

O aumento de 30% nos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) previsto no orçamento de 2024 para a construção civil. Além disso, uma reserva de 13,7 bilhões de reais destinados ao programa habitacional Minha Casa Minha Vida e aos investimentos em infraestrutura do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O setor já chegou a contar com 3,7 milhões de trabalhadores em 2011 e 2012.

O Conselho Curador do FGTS aprovou um orçamento de 117,65 bilhões de reais para políticas públicas de habitação, saneamento básico e infraestrutura urbana em 2024. Representando um aumento de 96,96 bilhões de reais, em comparação com o ano anterior.

Mão de obra em São Paulo

A preocupação com a oferta restrita de mão de obra é mais alta no Estado de São Paulo, especialmente na capital e região metropolitana, onde os especialistas já identificaram sinais de escassez de profissionais. Em outras regiões do Brasil, a situação é mais tranquila, de acordo com Ricardo Gontijo, presidente-executivo da Direcional Engenharia.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo expressa preocupação devido à insuficiência da oferta atual de mão de obra para atender à demanda futura. A escassez de trabalhadores tem gerado preocupações entre as autoridades municipais e estaduais de São Paulo. Afinal, estão concentrando esforços na área habitacional, por meio de programas como “Casa Paulista” e “Pode Entrar”.

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