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Shein ameaça liderança da Renner com crescimento em 2023

A análise do BTG Pactual reforça que o crescimento da Shein é um destaque no setor de varejo de moda online.
Imagem: Reprodução Shein
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A Shein, varejista de moda on-line da China, encerrou o ano de 2023 com um faturamento de R$ 10 bilhões, um crescimento de 42,8% em comparação com o ano anterior, quando a receita alcançou R$ 7 bilhões. O relatório divulgado pelo banco BTG Pactual reforça a proximidade da Shein em relação ao maior faturamento do setor no Brasil, alcançado pela Renner, que atingiu a marca de R$ 11,7 bilhões.

No ranking das empresas de moda em bilhões:

 

Classificação Empresa Faturamento 2022 Faturamento 2023 Variação (%)
1 Renner 11,6 11,7 0,9
2 Shein 7,0 10,0 42,8
3 Grupo SBF 6,3 7,0 11,1
4 C&A 6,2 6,6 6,4
5 Grupo Soma 4,9 5,3 8,2
6 Arezzo 4,2 4,9 16,6
7 Vulcabras 2,5 2,8 12,0
8 Vivara 1,8 2,2 22,2
9 Track&Field 0,6 0,7 16,6

 

O BTG Pactual atribui o sucesso da Shein a diversas vantagens competitivas, incluindo:

Velocidade de Lançamento de Mercado:

A empresa adota a fabricação sob demanda para manter um fluxo constante de produtos de moda em pequenas quantidades, aproveitando uma rede hiperlocalizada de fornecedores.

 

Presença nas Redes Sociais:

A Shein tornou-se uma marca de referência para a Geração Z, que engaja em plataformas de mídia social, como o TikTok.

 

Preços Competitivos:

A Shein explora brechas fiscais para oferecer preços mais competitivos em comparação com as varejistas brasileiras.

 

De acordo com o relatório, a Shein oferece produtos com preços mais acessíveis do que as varejistas brasileiras. É 28% mais barata do que a Renner, 31% mais econômica em comparação com a Riachuelo e 33% mais acessível em relação à C&A. A análise de preços foi feita com uma seleção padrão de 8 produtos.

Entretanto, o relatório adverte que os preços praticados pela Shein podem sofrer um aumento devido ao aumento da tributação planejado pelo governo brasileiro. A discussão em torno da taxação de compras realizadas em e-commerce de empresas internacionais, como Shein, Shopee e AliExpress, encontra-se atualmente em um impasse.

“Isto deve significar que Shein competirá nas mesmas – ou pelo menos mais próximas – condições que produtores ou varejistas locais.” afirma o relatório. Afinal, o aumento nos preços pode representar um desafio para a expansão contínua da empresa chinesa no país.

 

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