Confira o ranking das dez cidades mais caras do mundo

Zurique, Suíça Crédito: Henrique Ferreira / Unsplash
Zurique, SuíçaCrédito: Henrique Ferreira / Unsplash

Os preços de produtos e serviços em todo o mundo tiveram um aumento médio de 7,4% no ano passado, de acordo com uma pesquisa sobre o custo de vida mundial. Embora a taxa represente uma queda em relação ao crescimento de 8,1% registrado em 2022, a porcentagem ainda permanece consideravelmente acima da média observada entre 2017 e 2021.

O levantamento foi conduzido pelo Economist Intelligence Unit, pertencente ao The Economist Group. A pesquisa destaca a persistente pressão inflacionária global. O estudo revela que, de todas as categorias abrangidas, os preços dos serviços públicos, como contas de energia e água, tiveram um aumento lento.

Entretanto, os produtos de mercearia lideraram o ritmo de crescimento dos preços. A inflação alimentar foi impulsionada por fabricantes e varejistas que repassam custos mais altos aos consumidores, juntamente com o aumento da frequência de fenômenos meteorológicos.

Em relação ao ranking das cidades mais caras do mundo, Zurique surpreendeu ao assumir a primeira posição, subindo drasticamente a partir da sexta colocação do ano anterior. Além disso, a ascensão foi atribuída à força do franco suíço, bem como aos preços elevados de alimentos, utensílios domésticos e recreação na cidade.

Singapura, que estava empatada em primeiro lugar com Nova York no ano anterior, agora ocupa o segundo lugar. A cidade asiática manteve a presença no ranking das cidades mais caras pela nona vez nos últimos 11 anos. Enquanto isso, cidades russas como Moscovo e São Petersburgo sofreram a maior queda nas classificações, devido ao enfraquecimento do rublo decorrente das sanções.

Confira o ranking das 10 cidades mais caras do mundo:
  1. Zurique
  2. Singapura
  3. Genebra
  4. Nova York
  5. Hong Kong
  6. Los Angeles
  7. Paris
  8. Tel Aviv
  9. Copenhaga
  10. São Francisco

A Europa Ocidental se destaca com quatro cidades entre as 10 mais caras, devido à persistente inflação nos alimentos e vestuário, além da valorização das moedas na região.

É importante notar que o Economist Intelligence Unit conduziu o estudo antes do início dos conflitos em Gaza, o que sugere a possibilidade de um aumento nos preços dos alimentos. Além disso, especialistas também apontam o fenômeno El Niño como um fator que pode influenciar o aumento dos preços dos alimentos no futuro.

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