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Onda de demissões nas fintechs brasileiras

Fintechs brasileiras demitem centenas devido a condições econômicas difíceis, refletindo tendências dos EUA.
Onda de demissões nas fintechs brasileiras
(Foto: Pawel Chu/Unsplash)

Na última semana, uma série de demissões marcou o setor financeiro digital brasileiro, afetando o quadro de funcionários de várias fintechs. A Brex, uma empresa que oferece serviços financeiros para startups, anunciou na terça-feira (23) o desligamento de 282 colaboradores, o que representa cerca de 20% de sua força de trabalho. Esse movimento segue o anúncio da Cora, um banco digital voltado para PMEs, que na segunda-feira (22) comunicou a demissão de 47 pessoas, cerca de 13% de sua equipe.

Na semana anterior, a Unico, startup de tecnologia de identificação, e o iFood, conhecido serviço de entrega, também passaram por reestruturações similares, demitindo 20% e um grupo específico de 63 colaboradores, respectivamente. Esses cortes refletem uma tendência que já se observava nos Estados Unidos desde o início de 2023, onde muitas fintechs reduziram suas equipes ou até mesmo encerraram operações.

Economia em transformação

A causa dessas mudanças pode ser atribuída ao ambiente econômico desafiador, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Com os juros em alta, as operações diárias se tornaram mais caras e os recursos financeiros, mais escassos. Em entrevista à Fobres, Daniel Moretto, líder da PayRetailers no Brasil, destacou a necessidade das fintechs se adaptarem a essas condições. “Umas vão tomar decisões difíceis mais rápido do que outras, mas todas terão de tomar decisões difíceis”, declarou.

Impacto no crédito

O aumento dos juros também resultou em uma diminuição na oferta de crédito. O Banco Central do Brasil registrando quedas nos empréstimos para pessoas físicas e jurídicas. Essa retração no crédito afeta diretamente o crescimento e a expansão das fintechs, que muitas vezes dependem de financiamentos externos para suas operações.

Possibilidades de consolidação

Diante desse cenário, surge a possibilidade de consolidação no setor, com empresas buscando fusões ou aquisições como estratégia para reduzir custos e melhorar eficiências. A Associação Brasileira de Fintechs estima que o país tenha 1.481 fintechs, muitas das quais ainda lutam para alcançar a lucratividade. Segundo Moretto, empresas com faturamento inferior a R$ 100 milhões anuais provavelmente buscarão parcerias, enquanto as maiores deverão liderar esse movimento de consolidação.

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