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Plano de socorro ao setor aéreo, somente após o Carnaval

Ministério dos Portos e Aeroportos planeja pacote de socorro pós-carnaval com foco no financiamento do BNDES e necessidade de garantias.
Avião
Foto: Ashim D’Silva/Unsplash

Em meio à recuperação judicial da Gol (GOLL4) nos Estados Unidos e ao aumento nos preços das passagens aéreas, Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, anunciou planos para fechar o pacote de socorro às companhias aéreas após o Carnaval. O debate está em andamento com o Ministério da Fazenda.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará o pacote de crédito destinado a auxiliar as empresas do setor aéreo. No entanto, Aloizio Mercadante, o presidente do BNDES, ressaltou que o banco não abrirá mão da necessidade de garantias, afirmando que só concederá empréstimos com garantia.

O BNDES tem estudado a oferta de uma linha de capital de giro para as companhias aéreas há meses. No entanto, o principal obstáculo tem sido a questão das garantias. Embora as empresas tenham mencionado slots (espaços) em aeroportos e aeronaves em leasing como possíveis opções, essas propostas não avançaram.

Além do crédito, o Ministro Silvio Costa Filho mencionou a importância de um planejamento estratégico de curto e longo prazos. Isso inclui ações para fortalecer novos voos regionais, a compra de aeronaves brasileiras, como as da Embraer, e outros ativos.

Espera-se que as companhias aéreas resolvam o impasse em breve. O Governo Federal planeja lançar o programa “Voa Brasil”, que oferecerá passagens a R$ 200 para aposentados e pensionistas. Acredita-se que ainda no mês de fevereiro. Para que o projeto seja bem-sucedido, as empresas precisam aderir ao programa.

Redução de preços

Representantes do governo, da Petrobras e das companhias aéreas estão discutindo maneiras de reduzir o custo do querosene de aviação no pacote de ajuda ao setor. Uma das propostas é que as companhias se unam para comprar diretamente da estatal. Portanto, resultaria em uma redução de custos entre 4% e 8%.

Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, destacou que a empresa está disposta a colaborar com o debate, mas ressaltou que não será possível reduzir os preços drasticamente. Segundo ele, desde o ano passado, o preço do querosene de aviação já caiu quase 41%.

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