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Bradesco promove novas mudanças na diretoria após troca de CEO

Alterações na diretoria do Bradesco seguem a nomeação de Marcelo Noronha como presidente.
(Foto: Divulgação)

O Bradesco vive um período de reestruturação na estrutura executiva. A instituição, uma das maiores do setor financeiro do Brasil, iniciou o ano anunciando uma série de mudanças na diretoria. Este processo segue a nomeação de Marcelo Noronha para a presidência do banco no final de 2023, substituindo Octavio de Lazari Jr., que esteve à frente da instituição por quase seis anos.

Importantes figuras da equipe executiva deixaram a sede do Bradesco, na Cidade de Deus, de acordo com comunicado divulgado internamente na última sexta-feira. Entre os que deixaram o banco estão José Sergio Bordin, responsável pela área de crédito varejista, cargo abaixo da vice-presidência, antes ocupada por Marcelo Noronha, e também Edson Moreto, também da área de crédito.

O Bradesco também anunciou as saídas de Antonio José da Barbara, do jurídico, e Italívio Garcia Menezes, diretor de operações de TI. A instituição comunicou essas mudanças internamente no final da semana passada, marcando a continuidade das alterações observadas desde o final do ano anterior.

Outras saídas no fim do ano passado

Antecedendo essas recentes saídas, o Bradesco já havia experimentado a renúncia de vários outros executivos de alto nível em novembro e dezembro de 2023. Dessa forma, Eurico Fabri, vice-presidente de atacado que também ocupou a vice-presidência de varejo, e Walkiria Schirrmeister Marchetti, diretora-executiva de infraestrutura de TI e governança de TI, estão entre os que anteciparam sua saída do banco. Adelmo Perez, diretor departamental de patrimônio, e Alan Marinovic, diretor do banco de atacado, também pediram desligamento, citando motivos pessoais e novos desafios profissionais.

Estratégia de revitalização

Essas alterações no quadro diretivo do Bradesco não são um fenômeno isolado, mas parte de um processo que se intensificou com a troca na presidência. A instituição financeira enfrentou desafios durante a pandemia, como a aceleração do crédito e o impacto da alta da inadimplência. O colapso da varejista Americanas afetou particularmente o Bradesco, que era o maior credor bancário da empresa.

A nomeação de Marcelo Noronha como presidente representa uma estratégia de revitalização, tendo em vista seu histórico como vice-presidente de varejo e atacado. Sua liderança é vista como um esforço para reestruturar áreas chave do banco, visando fortalecer sua posição no mercado financeiro brasileiro.

Apesar das numerosas mudanças na diretoria, o Bradesco não emitiu comentários sobre as recentes saídas. A instituição segue em frente com sua estratégia de renovação, indicando um período de ajustes e adaptações para enfrentar os desafios futuros.

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