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Azul estuda aquisição total da Gol, revelam fontes

Azul analisa a aquisição da Gol, atualmente em recuperação judicial, com assistência do Guggenheim Partners e Citigroup.
Azul debêntures
(Foto: Azul/Divulgação).

A companhia aérea Azul estaria intensificando esforços para aquisição total da Gol, que passa por um processo de recuperação judicial. A Azul recorreu ao escritório Guggenheim Partners para orientação nessa empreitada, revelam fontes próximas à negociação. O movimento reflete uma possível estratégia de consolidação no setor aéreo brasileiro, dominado por poucas empresas.

O interesse da Azul em consolidar sua posição no mercado não é novidade. A empresa já havia tentado, sem sucesso, uma aproximação com a Latam Brasil durante o processo de Chapter 11. A nova tentativa com a Gol demonstra a persistência da Azul em ampliar sua atuação.

Segundo informações da Bloomberg, a Azul não apenas contratou o Guggenheim Partners, mas também está colaborando com o Citigroup e a gestora de investimentos para formular uma proposta robusta que convença os credores da Gol. A situação financeira da Gol, agravada por dívidas consideráveis e a necessidade de reestruturação sob a lei de falências dos EUA, cria uma oportunidade para a Azul.

Fontes indicam que a Azul deve apresentar uma proposta convincente, capaz de seduzir os bondholders que atualmente sustentam a Gol. A elaboração de um plano de saída do financiamento, essencial para a Gol retomar sua operação pós-recuperação judicial, será um momento decisivo para a Azul consolidar sua oferta.

A dinâmica de consolidação não é estranha ao setor aéreo latino-americano. A Latam, por exemplo, viu sua composição acionária mudar drasticamente após seu processo de Chapter 11. Atualmente, a Abra controla uma parcela da Gol, evidenciando mudanças no controle das empresas aéreas da região.

Até o momento, Azul e Guggenheim Partners não se pronunciaram oficialmente sobre o assunto. Gol e Citigroup também optaram por não comentar as especulações.

Além da complexidade do processo de recuperação judicial da Gol nos EUA, a companhia lida com desafios financeiros consideráveis, como dívidas de curto prazo e a necessidade de renegociar condições de financiamento. A Azul, por outro lado, busca fortalecer sua posição no mercado, adaptando-se às variações de demanda e custos operacionais, especialmente no contexto pós-pandemia que afetou duramente o setor aéreo.

A abordagem da Azul, focada na minimização de sobreposições operacionais e na busca por eficiência, sugere um cuidadoso planejamento para garantir a viabilidade da transação. A eventual aquisição da Gol pela Azul marcaria um passo na reconfiguração do mercado aéreo brasileiro, impactando rotas, tarifas e a competição no setor.

Com a possibilidade de uma oferta formal pela Gol, a Azul demonstra sua disposição em considerar oportunidades estratégicas, mantendo seus acionistas informados sobre potenciais movimentos de mercado. A situação exige acompanhamento, pois, qualquer desenvolvimento nessa direção poderia redefinir as dinâmicas competitivas na aviação brasileira.

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