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Aumento nas exportações de carne bovina em fevereiro

Exportações de carne bovina do Brasil aumentam em fevereiro, impulsionando a receita. China lidera, seguida pelos EUA e Emirados Árabes.
Produção Recorde de Carne Bovina em 2023 - reforma tributária - carne
(Imagem: Pixabay)
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Em fevereiro, as exportações totais de carne bovina do Brasil atingiram 231,16 mil toneladas, marcando um aumento de 52% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), baseados em informações do governo federal.

A receita obtida com esses embarques registrou um crescimento de 33%, alcançando US$ 924,7 milhões. No entanto, esse aumento foi contido pela contínua queda nos valores da carne exportada. O preço médio por tonelada caiu de US$ 4.564 em fevereiro de 2023 para US$ 4 mil no mês passado, representando uma queda de 12,35%.

No acumulado do primeiro bimestre deste ano, as exportações totais de carne bovina geraram uma receita de US$ 1,855 bilhão, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume exportado cresceu 39%, atingindo 466,38 mil toneladas.

Principais compradores 

Embora a China continue sendo o principal comprador da carne brasileira, a participação relativa nas exportações totais do Brasil caiu de 51,4% em 2023 para 41,6% em 2024, devido à diversificação dos mercados. No primeiro bimestre de 2023, a China importou 172.646 toneladas, enquanto em 2024 foram 194.135 toneladas, representando um aumento de 12%. No entanto, a receita cresceu apenas 2%, totalizando US$ 857,5 milhões. Os preços médios pagos pela China no bimestre caíram de US$ 4.868 em 2023 para US$ 4.417 em 2024, uma redução de 9%.

Os Estados Unidos ocupam a segunda posição entre os maiores compradores, com um aumento nas aquisições de carne bovina brasileira. No primeiro bimestre, as compras mais que dobraram, atingindo 89.103 toneladas, um aumento de 150%. A receita também cresceu, passando de US$ 171,6 milhões para US$ 258,3 milhões, representando uma elevação de 50,5%. No entanto, os preços médios apresentaram uma queda de 40%, para US$ 2.899 por tonelada em 2024.

Em terceiro lugar estão os Emirados Árabes, que registraram o segundo maior aumento percentual nas importações. As compras aumentaram de 6.202 toneladas no primeiro bimestre de 2023 para 26.749 toneladas em 2024, um aumento de 326,9%. A receita também aumentou, passando de US$ 29 milhões para US$ 120,4 milhões.

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