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Vendas de imóveis novos batem recorde em 2023

O ano de 2023 testemunha um recorde com 163,1 mil imóveis novos vendidos, aponta pesquisa da Abrainc.
Vendas de imóveis novos batem recorde em 2023
(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil).
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O mercado imobiliário brasileiro registrou um recorde de vendas de imóveis novos em 2023, conforme aponta o indicador Abrainc-Fipe. Esta pesquisa, realizada pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, revelou que ao total, foram comercializadas 163,1 mil unidades, um aumento de 24% sobre o recorde anterior de 131,6 mil unidades em 2021. Este desempenho é o melhor desde que a série histórica começou em 2014, incluindo dados de 20 incorporadoras filiadas à Abrainc.

Comparado a 2022, o volume de vendas em 2023 subiu 32,6%, enquanto o valor dessas vendas cresceu 34,7%, alcançando R$ 47,9 bilhões. O segmento de baixa renda, especialmente através do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), liderou esse avanço com um crescimento de 42,2% no volume de unidades vendidas, totalizando 117,4 mil unidades, e um aumento de 55,1% no valor de vendas de imóveis, chegando a R$ 26 bilhões.

O setor de médio e alto padrão também mostrou crescimento, com um aumento de 14% no volume de unidades vendidas, alcançando 43 mil unidades, e um aumento de 18,9% no valor das vendas, totalizando R$ 21,1 bilhões.

Entretanto, o ano de 2023 marcou uma redução de 2% no número de lançamentos, com 118 mil unidades lançadas, apesar do valor lançado ter aumentado 10,1%, atingindo R$ 38 bilhões. O segmento de média e alta renda foi o mais impactado, com reduções de 38% no volume e de 9,2% no valor dos lançamentos. Em contrapartida, o segmento MCMV mostrou recuperação, com um aumento de 16,7% no volume e de 39,3% no valor dos lançamentos.

O presidente da Abrainc, Luiz França, expressou otimismo para o ano de 2024, antecipando crescimento nos lançamentos e nas vendas, embora sem detalhar projeções específicas. Para o segmento MCMV, o aumento de 7% no orçamento do FGTS para habitação social e estímulos para melhorar a capacidade de pagamento dos consumidores foram decisivos, elevando o preço médio dos imóveis do programa para R$ 228,4 mil, um crescimento de 19%.

Para o mercado de média e alta renda, a expectativa de continuidade na redução da taxa Selic é vista com otimismo. França mencionou que a redução de lançamentos nesse segmento se deve à busca por um timing adequado para maximizar preço e velocidade de venda. Ele enfatizou a capacidade financeira das empresas e a disponibilidade de terrenos para novos projetos.

Os dados da Abrainc contrastam com os da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), que registrou queda nos lançamentos e vendas em sua análise de mercado. No entanto, ambas as entidades projetam melhorias para o setor em 2024, com a Cbic antecipando crescimento nas vendas e lançamentos, especialmente no segmento MCMV.

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