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Eneva (ENEV3) fecha quarto trimestre com prejuízo de R$ 290 mi

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(Foto: Eneva/Divulgação)

No último trimestre de 2023, a Eneva (ENEV3) registrou um prejuízo líquido de R$ 290,6 milhões, um aumento em relação ao prejuízo de R$ 193,9 milhões do mesmo período no ano anterior. Este resultado foi influenciado por uma baixa contábil não recorrente de R$ 432 milhões, vinculada ao refinanciamento da dívida da usina térmica Celse. Contudo, esse período também foi marcado por recordes na receita e no lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado, evidenciando o desempenho da Eneva.

Desempenho financeiro e operacional

Apesar do prejuízo, a Eneva celebrou a maior receita e o melhor Ebitda ajustado para o período do quarto trimestre, com o Ebitda ajustado atingindo R$ 1 bilhão, um avanço de 88,6% em comparação ao mesmo período de 2022. Esse crescimento foi impulsionado por uma combinação de redução de custos, melhor desempenho dos ativos e um aumento no despacho térmico, segundo o diretor financeiro da companhia, Marcelo Habibe, pontuando os principais fatores que impulsionaram o resultado.

Os avanços da Eneva também foram potencializados por melhorias no Sistema Integrado de Azulão-Jaguatirica em Roraima e pelo início das operações do Complexo Solar Futura 1, em Juazeiro, além do aumento da demanda por energia devido ao calor intenso e poucas chuvas, que levou ao despacho recorde das usinas térmicas da empresa.

Planos futuros

Para 2024, a Eneva tem planos ambiciosos, incluindo a participação em leilões para contratação de potência elétrica e a avaliação de aquisição de ativos da Eletrobras. A empresa visa recontratar suas usinas térmicas Parnaíba I e Parnaíba V por mais 15 anos e explorar a expansão da térmica Celse.

Além disso, está em curso um processo que pode resultar na venda de uma participação ou do portfólio completo de geração de energia renovável da empresa, uma medida que reflete a estratégia de desalavancagem e foco em investimentos estratégicos.

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