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Prejuízo bilionário: Vivara em queda livre após troca de CEO

Vivara
(Imagem: divulgação/Vivara)

Na última sexta-feira (15), a Vivara (VIVA3) surpreendeu o mercado ao anunciar a saída de Paulo Kruglensky do cargo de CEO. Nelson Kaufman, fundador da empresa, foi nomeado como o substituto. A mudança gerou especulações e preocupações entre os investidores.

O mercado reagiu de forma negativa à notícia, acelerando as perdas nas ações da Vivara. No dia seguinte ao anúncio, as ações fecharam em baixa de mais de 14%, refletindo o desconforto dos investidores com a mudança inesperada de comando e levantando questões sobre a governança corporativa da empresa.

A falta de familiaridade do mercado com Nelson Kaufman também contribuiu para a queda das ações. Kaufman, que não tinha posições no conselho da empresa, assumiu o cargo de CEO, deixando os investidores apreensivos sobre o futuro da Vivara.

Impacto Financeiro

Com a continuidade da queda das ações nos dias seguintes, a Vivara viu o valor de mercado diminuir em R$ 1,27 bilhão em apenas duas sessões, evidenciando o impacto financeiro da troca de CEO.

Sob a gestão de Paulo Kruglensky, a Vivara teve um desempenho financeiro positivo, com crescimento da receita, do Ebitda e do lucro. No entanto, a saída inesperada do CEO levantou dúvidas sobre a continuidade dessa trajetória de sucesso.

Analistas destacam a incerteza gerada pela mudança de CEO e a necessidade de clareza em relação à governança corporativa e à estratégia da empresa. Enquanto alguns ponderam sobre os desafios que podem surgir, outros ressaltam a expertise de Nelson Kaufman e da importância na história da Vivara.

O mercado aguarda com expectativa os próximos passos da Vivara sob a liderança de Nelson Kaufman. Enquanto algumas instituições financeiras mantêm recomendações positivas para as ações da empresa, todas concordam que o momento é de vigilância e monitoramento atento da situação.

A troca inesperada de CEO na Vivara gerou turbulência no mercado e levantou questionamentos sobre o futuro da empresa. Enquanto investidores aguardam por mais clareza e estabilidade, a Vivara enfrenta o desafio de reconquistar a confiança dos acionistas e manter sua posição no setor de varejo e consumo da Bolsa.

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