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Vice-presidente da Vale vai para o banco dos réus na CVM

Gustavo Pimenta, vice-presidente da Vale, se torna réu em processo na CVM.
Vice-presidente da Vale vai para o banco dos réus na CVM
Vice-presidente da Vale, Gustavo Pimenta (Foto: Divulgação/Vale).

O vice-presidente de finanças e relações com investidores da Vale, Gustavo Pimenta, entrou na mira da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), tornando-se réu em um processo sancionador, ou seja, um procedimento administrativo conduzido por órgãos reguladores ou autoridades governamentais com o objetivo de investigar e, se necessário, punir infrações. Esse processo ocorre em meio a especulações sobre a sucessão da liderança da mineradora, onde Pimenta figurava como possível candidato ao cargo de CEO, sucedendo Eduardo Bartolomeo.

O ponto central do processo iniciado pela CVM reside em uma investigação sobre a divulgação de informações sigilosas. Essas informações, relacionadas à venda de parte da unidade de metais básicos da Vale para a Arábia Saudita, foram reportadas pelo Wall Street Journal, em 25 de julho do ano passado. Naquele momento, a Vale estava prestes a anunciar o fechamento de um acordo no valor de US$ 2,5 bilhões.

 

A reportagem do WSJ, antecipando o anúncio oficial, impulsionou a CVM a questionar a Vale sobre a precisão das informações e o motivo pelo qual a empresa não havia emitido um comunicado oficial. O vice-presidente da Vale respondeu à CVM destacando que a intenção de vender parte do negócio de metais já era de conhecimento público desde o ano anterior e que as negociações estavam em curso, mas ainda não finalizadas.

Gustavo Pimenta também enfatizou que “não houve ainda uma decisão definitiva sobre os termos finais do possível acordo, inclusive partes e valores envolvidos, nem aprovação interna, nos termos da governança da companhia.” No entanto, apenas dois dias após sua defesa, a Vale anunciou a conclusão do negócio com a Manara Minerals, uma joint-venture entre o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e a Ma’adene, mineradora estatal saudita, além de um acordo adicional com o fundo americano Engine No. 1. O valor total da transação alcançou US$ 3,4 bilhões.

A decisão da área técnica da CVM de processar Pimenta ainda carece de explicações claras, especialmente considerando que este é o primeiro processo do executivo perante a CVM. Historicamente, casos semelhantes envolvendo diretores de relações com investidores frequentemente concluem com um acordo para evitar o julgamento.

A Vale optou por não emitir declarações a respeito da abertura do processo.

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