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Veja a desaceleração do IPCA-15 em março

O IPCA-15 desacelera em março, registrando aumento de 0,36% após alta em fevereiro. Destaque para os setores de Alimentação e Transporte.
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(Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
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Nesta terça-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados que apontam uma desaceleração no avanço do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 em março. O IPCA-15 subiu 0,36% no mês seguinte, após registrar uma alta de 0,78% em fevereiro. Esse resultado ficou ligeiramente acima das expectativas de avanço de 0,32%, de acordo com pesquisa da Reuters.

A taxa acumulada em 12 meses passou a registrar uma alta de 4,14%, contra os 4,49% registrados em fevereiro e a expectativa de 4,10%. O índice continua acima da meta estabelecida para a inflação em 2024, que é de 3,0%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos, medida pelo IPCA.

O mês de março registrou uma desaceleração nos custos da Educação. Assim, o aumento foi de 0,14%, em comparação com a alta de 5,07% em fevereiro, quando os reajustes tradicionais de início do ano letivo impactaram o grupo.

Alimentos e Bebidas 

Por outro lado, o grupo de Alimentação e Bebidas pressionou o resultado, com alta de 0,91%, apesar de ter sido inferior à taxa de 0,97% vista em fevereiro. O grupo exerceu o maior impacto no índice do mês. O destaque é para a alta nos preços da cebola (16,64%), do ovo de galinha (6,24%). Além disso, das frutas (5,81%) e do leite longa vida (3,66%).

Transporte

O grupo Transporte também contribuiu para a alta do IPCA-15 em março, acelerando a alta para 0,43%, ante 0,15% no mês anterior. A alta de 2,39% da gasolina compensou a queda de 9,08% nas passagens aéreas. Entretanto, o etanol avançou 4,27% e os preços dos combustíveis como um todo subiram 2,41%.

Saúde

Na área de Saúde e cuidados pessoais, houve uma alta de 0,61% em março, comparada a 0,76% em fevereiro, com avanços em saúde (0,77%), produtos farmacêuticos (0,73%) e itens de higiene pessoal (0,39%).

Apesar da desaceleração, a inflação continua sendo monitorada pelo Banco Central, que vem reduzindo a taxa Selic. Na última semana, o BC cortou 0,50 ponto percentual na taxa Selic, levando-a a 10,75% ao ano. Portanto, indicou uma possível redução na mesma intensidade apenas na próxima reunião, em maio, devido a incertezas sobre a dinâmica de queda da inflação doméstica e fatores do ambiente externo.

A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central junto ao mercado aponta uma expectativa de que o IPCA encerre este ano com alta acumulada de 3,75%. Por fim, as projeções da Selic é de 9,00%.

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