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Preços ao produtor no Brasil tem alta de 0,06% em fevereiro

Após três meses de queda, o IPP do Brasil mostra leve crescimento de 0,06% em fevereiro, com destaque para a alta em metalurgia e indústrias extrativas.
Preços ao produtor
(Foto: Breakingpic/Pexels)
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Após um período de três meses consecutivos de queda, os preços ao produtor no Brasil apresentaram uma leve alta de 0,06% de janeiro para fevereiro. No Índice de Preços ao Produtor (IPP), este resultado marca uma reversão da tendência anterior, com o índice acumulando uma queda de 5,16% nos últimos 12 meses e uma variação negativa de -0,18% no acumulado do ano. Os dados são do IBGE.

Dinâmica entre os setores

A variação positiva do IPP foi impulsionada pela performance de 14 das 24 atividades investigadas, destacando-se os setores de metalurgia, com um incremento de 0,12 ponto percentual, e indústrias extrativas, contribuindo com 0,09 ponto percentual. Esses setores mostraram influência no índice geral, refletindo a recuperação de preços nestas áreas.

O Papel do Setor de Alimentos

Contrastando com a tendência geral, o setor de alimentos registrou uma queda expressiva de 1,42%, exercendo um impacto negativo considerável no índice geral, com uma influência de -0,35 ponto percentual. A redução nos preços de produtos derivados da soja, do arroz e das carnes de bovinos frescas, impulsionada pela entrada da safra e um aumento no efetivo de gado para abate, foi um fator chave nessa diminuição. Este resultado evidencia a importância do setor de alimentos na composição do IPP, com um peso aproximado de 25% da indústria.

Influências setoriais e perspectivas

Ainda segundo o IBGE, o setor de metalurgia experimentou uma alta de 2,03% em relação a janeiro, sendo este o terceiro aumento consecutivo e o maior desde maio de 2022. Esse avanço foi atribuído principalmente aos produtos de metais não ferrosos, influenciados por variações cambiais e pelo custo dos insumos.

As indústrias extrativas também tiveram um aumento , registrando 1,79%, marcando o terceiro mês de inflação consecutiva. O acumulado do ano para este setor é de 6,52%, refletindo as tendências de preços no mercado internacional e os efeitos da desvalorização do real frente ao dólar.

O refino de petróleo e biocombustíveis viu um aumento de 0,74%, com destaque para a alta no preço do álcool etílico. A dificuldade de moer cana-de-açúcar em certas regiões foi apontada como uma das razões para essa variação.

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