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L’Occitane pretende deixar bolsa de Hong Kong com capital da Blackstone

L’Occitane prestes a fechar capital após 14 anos na bolsa de HK, com financiamento da Blackstone.
L'Occitane deixa Hong Kong. (Foto: Reprodução)
L'Occitane deixa Hong Kong. (Foto: Reprodução)

L’Occitane International, liderada por seu fundador bilionário Reinold Geiger, está finalizando negociações para retirar a empresa da bolsa de valores de Hong Kong, com suporte financeiro da Blackstone, o maior gestor de ativos alternativos do mundo. Este movimento estratégico encerraria 14 anos de presença pública da empresa no mercado acionário.

Parceria com a Blackstone

A Blackstone, conhecida por sua vasta gestão de ativos, está fornecendo financiamento por dívida para a aquisição. Detalhes do acordo, que foram discutidos sob condição de anonimato, apontam para um anúncio iminente, evidenciando as ações da L’Occitane suspensas em Hong Kong enquanto o mercado aguarda o desfecho.

Oferta premium de aquisição

Geiger está considerando propor um prêmio de 20% sobre o valor de HK$ 26 por ação, refletindo a cotação antes dos rumores do acordo vir à tona. Esse esforço colaborativo já garantiu o financiamento necessário, com ambas as partes avançando rapidamente nas negociações.

Contexto e desafios

Desde sua fundação em 1976 por Olivier Baussan, a L’Occitane evoluiu de uma modesta operação de destilação de óleos essenciais para uma marca global. Sob a liderança de Geiger, a empresa expandiu e incluiu sua listagem em Hong Kong em 2010. Contudo, enfrentou desafios, especialmente na Ásia, onde concorrentes como L’Oreal e Estee Lauder intensificaram a competição, ao mesmo tempo que marcas domésticas cresceram em popularidade.

Renovação da liderança

A empresa viu mudanças na sua liderança, com Geiger deixando o cargo de CEO em 2021, seguido por mudanças subsequentes até a recente nomeação de Laurent Marteau. Essas transições refletem os esforços de Geiger para assegurar um futuro estável para a L’Occitane, em meio a um mercado desafiador.

Desafios na Ásia e expansão global

Apesar de um terço da receita da L’Occitane vir da Ásia, a empresa tem buscado diversificar suas fontes de receita, com as Américas se tornando uma região de crescimento rápido. O mercado asiático, em particular a China, tornou-se cada vez mais difícil, com marcas locais ganhando terreno.

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