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OCDE revisa crescimento econômico do Brasil para 2024-2025

OCDE eleva projeção de crescimento do PIB brasileiro para 2024 e 2025
OCDE projeta crescimento do PIB brasileiro. (Foto: Neila Rocha/Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações)
OCDE projeta crescimento do PIB brasileiro. (Foto: Neila Rocha/Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações)

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revisou suas estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, projetando um aumento de 1,9% para 2024 e de 2,1% para 2025. Essas previsões atualizadas indicam uma melhoria em relação às estimativas anteriores, que eram de 1,8% e 2,0% para os respectivos anos.

Contexto global e implicações

A revisão positiva ocorre em um contexto de fortalecimento da economia global, com a OCDE projetando um crescimento mundial de 3,1% em 2024 e de 3,2% em 2025. O relatório destaca que o dinamismo nos Estados Unidos e a política fiscal expansionista na China são fatores que contribuem para este cenário otimista.

Consumo interno como motor de crescimento do PIB brasileiro

O consumo das famílias é apontado como o principal fator impulsionador do crescimento no Brasil. A OCDE destaca que a melhoria na massa salarial e a criação de empregos robustos são fundamentais para sustentar a demanda interna. A entidade observa, no entanto, que o crescimento do setor agrícola pode ser limitado devido a condições climáticas desfavoráveis.

Desafios e riscos para a economia

A organização também alerta para riscos que podem comprometer a recuperação econômica. As tensões geopolíticas, em particular o crescimento mais lento na China, principal parceiro comercial do Brasil, podem afetar negativamente a demanda externa por produtos brasileiros. Além disso, desequilíbrios fiscais são vistos como ameaças potenciais à estabilidade econômica.

Leia também:

https://economicnewsbrasil.com.br/2023/11/29/ocde-preve-selic-a-78-em-2025-no-brasil/

Necessidade de ações fiscais e projeções de inflação

A OCDE ressalta a importância de uma consolidação fiscal no Brasil, enfatizando a necessidade de cumprir metas de resultado primário e de implementar um novo arcabouço fiscal para restaurar a confiança nas finanças públicas. Quanto à inflação, espera-se que continue a convergência para a meta estabelecida, com a possibilidade de cortes adicionais nas taxas de juros em 2024 e 2025.

“À medida que a inflação diminui ainda mais, são esperados cortes adicionais nas taxas de juros, reduzindo a Selic para 8,75% até ao fim de 2024 e 8,25% até o segundo semestre de 2025”, pontuou o órgão.

Perspectivas

Embora a organização mantenha um otimismo cauteloso, as incertezas quanto a medidas fiscais recentes e as pressões em áreas como saúde e educação são fatores que podem influenciar negativamente as projeções. A OCDE também prevê um leve aumento no endividamento do Brasil, embora espere que o orçamento primário ajude a estabilizar o nível da dívida.

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