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IPCA sobe 0,38% em abril, superando projeções do mercado

Em abril, o IPCA subiu 0,38%, acima das projeções, mas menor do que no mesmo mês de 2023. Gasolina foi a principal impulsionadora da alta.
IPCA sobe 0,38% em abril, superando projeções do mercado
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil).

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, acelerou para 0,38% em abril, após subir 0,16% em março. O valor supera a média das projeções das 40 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, que estimavam um aumento de 0,35%. No entanto, é a menor taxa para abril desde 2021, quando o índice foi de 0,31%. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com esse aumento, a inflação acumulada nos últimos 12 meses caiu de 3,93% até março para 3,69% até abril. A mediana das estimativas do Valor Data era de 3,65%. Embora o valor esteja acima do centro da meta inflacionária definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para 2024 (3%), ainda se mantém dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, para cima ou para baixo.

 

Das nove categorias usadas para calcular o IPCA, houve aceleração em três: alimentação e bebidas (0,70%); vestuário (0,55%); e saúde e cuidados pessoais (1,16%). A categoria transportes mudou de direção, passando de uma queda de 0,33% em março para uma alta de 0,14% em abril. Comunicação também reverteu uma queda de 0,13% para um aumento de 0,48%.

Artigos de residência e despesas pessoais registraram menores altas, enquanto educação e habitação tiveram variação negativa. O IBGE calcula o IPCA com base na cesta de consumo das famílias que ganham entre um e 40 salários mínimos.

O Índice de Difusão, que mede o quanto os preços se espalharam, subiu de 55,7% em março para 57% em abril. Quando se excluem alimentos, grupo mais volátil, a difusão atingiu 60,3%.

A média dos cinco núcleos do IPCA monitorados pelo Banco Central (BC) subiu de 0,15% em março para 0,26% em abril. Em 12 meses, desacelerou de 3,79% para 3,53%.

Gasolina impulsiona alta

A gasolina, que registrou um aumento de 1,50%, foi a principal impulsionadora da inflação de abril, contribuindo com 0,08 ponto percentual. Sem essa alta, o IPCA teria subido apenas 0,30%. Nos últimos 12 meses, a gasolina acumulou alta de 6,43%, quase o dobro do índice geral.

Produtos farmacêuticos

No grupo de saúde e cuidados pessoais, a alta de 2,84% nos preços farmacêuticos foi influenciada pelo reajuste autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), como explicou o gerente do IPCA, André Almeida.

Alimentos

Os preços dos alimentos no domicílio subiram 0,81%, com destaques para o mamão (22,76%) e cebola (15,63%). Fenômenos climáticos afetaram a produção, segundo Almeida. Já a alimentação fora do domicílio teve uma alta de 0,39%.

Transportes

Nos transportes, a passagem aérea caiu 12,09%, mas os combustíveis subiram 1,74%, com gasolina (1,50%) sendo a maior contribuição positiva. O preço do metrô subiu 1,72% devido ao reajuste de 8,69% no Rio de Janeiro.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação de preços para famílias com menor renda, teve alta de 0,37% em abril. No acumulado dos últimos 12 meses, o INPC registrou variação de 3,23%.

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