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Azul registra prejuízo de R$ 324,2 milhões no 1º trimestre

Apesar do prejuízo, receita e Ebitda aumentaram
Entenda prejuízo e projeções da Azul no 1T24. (Imagem: Divulgação/Azul)
Entenda prejuízo e projeções da Azul no 1T24. (Imagem: Divulgação/Azul)

A companhia aérea Azul registrou um prejuízo líquido de R$ 1,05 bilhão no primeiro trimestre de 2024, um aumento de 43% em comparação ao prejuízo de R$ 736,6 milhões do mesmo período do ano anterior. Descontando os efeitos cambiais, o prejuízo ajustado foi de R$ 324,2 milhões, uma redução de 55,4% em relação ao ano anterior. O resultado operacional, medido pelo Ebitda, atingiu R$ 1,4 bilhão, um aumento de 37,4% na comparação anual. A receita líquida somou R$ 4,68 bilhões, crescendo 4,5% em relação ao primeiro trimestre de 2023.

Desempenho operacional da Azul

A demanda por transporte aéreo beneficiou a Azul, que transportou 7,2 milhões de passageiros no primeiro trimestre, uma alta de 2,1% em relação ao ano anterior. O yield, que mede o preço médio pago pelo passageiro para voar um quilômetro, foi de R$ 0,498, um recorde para um primeiro trimestre, com um aumento de 2,8% em relação ao ano anterior.

Impacto da crise no Rio Grande do Sul

A Azul está monitorando a crise no Rio Grande do Sul, estado que representa cerca de 10% do mercado da companhia. O CEO John Rodgerson afirmou que a crise pode impactar o crescimento da oferta de voos da empresa para 2024, embora a previsão de aumento de 11% na oferta ainda seja mantida. A Azul tem trabalhado para fornecer logística aérea de mantimentos para o estado, inclusive buscando apoio para abrir a Base Aérea de Canoas para voos comerciais, facilitando o transporte de suprimentos às vítimas das chuvas.

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Estratégia e expectativas

John Rodgerson destacou que, apesar das dificuldades, a Azul deve sair de 2024 maior do que entrou, com crescimento previsto para o restante do ano. A companhia também registrou avanços em seus programas de fidelidade e turismo. O programa Azul Fidelidade atingiu 17 milhões de membros, com aumento de 31% no faturamento bruto em relação ao primeiro trimestre de 2023. A Azul Viagens aumentou as reservas brutas em 75% em relação ao ano anterior.

Desafios financeiros

Os resultados financeiros da Azul foram afetados por despesas líquidas de R$ 1,92 bilhão, um aumento de 145,5% em relação ao ano anterior. As despesas financeiras líquidas foram de R$ 1,1 bilhão no trimestre, com R$ 540,3 milhões em arrendamentos e R$ 292,4 milhões em juros sobre empréstimos e financiamentos.

Apoio humanitário

A Azul realizou 33 voos humanitários para o Rio Grande do Sul e está em negociações com o governo para abrir o aeroporto de Canoas para voos comerciais, o que permitiria aumentar a capacidade de transporte de doações. A empresa tem buscado parcerias com empresas como Raízen e Itaú para dividir os custos do transporte de mantimentos.

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