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Banco Central argentino diminui taxa de juros

Banco Central reduz taxa de juros e FMI celebra redução da inflação
Banco Central da Argentina. (Imagem: Diana/Wikimedia Commons)
Banco Central da Argentina. (Imagem: Diana/Wikimedia Commons)

A inflação da Argentina caiu para 8,8% em abril, ante alta de 11% em março, conforme divulgado pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (INDEC) nesta terça-feira (14). Foi o quarto mês seguido de retração dos preços, após bater o pico de 25,5% em dezembro. Entretanto, nos últimos 12 meses, a inflação acumulada atingiu 289,4%, o maior valor em décadas.

Banco Central da Argentina revela nova cédula e taxa de juros

Na semana passada, o Banco Central da Argentina lançou uma nova cédula de 10 mil pesos (cerca de R$ 58), em um esforço para conter a variação dos preços. A autoridade monetária anunciou também a redução da taxa básica de juros do país de 50% para 40%. Esta foi a sexta redução consecutiva, após os custos dos empréstimos atingirem um pico de 133% em dezembro do ano passado.

Elogios do FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou um relatório técnico favorável sobre a Argentina, destacando que o país não apenas atendeu às metas financeiras, mas também as superou. O progresso possibilitou a aprovação da oitava revisão do acordo de assistência financeira de US$ 44 bilhões, firmado inicialmente durante o governo de Mauricio Macri. A Argentina aguarda agora um próximo desembolso de aproximadamente US$ 800 milhões, que será avaliado pelo Conselho Executivo do FMI nas próximas semanas.

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Medidas e resultados

Com a administração do presidente Javier Milei, a inflação mensal da Argentina diminuiu desde dezembro, quando Milei assumiu o cargo. A equipe econômica acredita que a tendência continuará, com expectativa de que o aumento dos preços ao consumidor desacelere para 3,8% em setembro. No entanto, a inflação anual continua a subir, atingindo 289,4% em abril, o maior nível em cerca de três décadas.

Desempenho econômico

Segundo o FMI, pela primeira vez em 16 anos, a Argentina alcançou um superávit fiscal trimestral. Além disso, o país observou uma redução na inflação, uma reversão na tendência de suas reservas internacionais e uma expressiva diminuição do risco soberano, catalisada também pelo Banco Central da Argentina. Luis Cubeddu, diretor Adjunto do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, destacou que o desempenho econômico argentino foi “melhor do que o esperado”.

Desafios e futuro

O FMI recomendou que a Argentina continue aprimorando a qualidade e a equidade da consolidação fiscal, ajustando os quadros de política monetária e cambial, e enfrentando os desafios para o crescimento. O Banco Central da Argentina pretende lançar uma nova nota de 20 mil pesos (cerca de R$ 115,90) até o fim do ano, como parte de seus esforços contínuos para estabilizar a economia.

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