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Passagem aérea impulsiona IPC-S para 0,49% em maio

FGV destaca variações nos grupos do índice

passagem aérea - passageiros - IPC-S
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu para 0,49% na terceira quadrissemana de maio, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (23). Na leitura anterior, o índice havia registrado alta de 0,45%. Com este resultado, o IPC-S acumula um aumento de 3,27% nos últimos 12 meses, comparado a 3,23% na leitura anterior.

Sendo assim, cinco dos oito grupos que compõem o IPC-S registraram aceleração nesta leitura. O grupo Educação, Leitura e Recreação subiu de -0,17% para 0,26%, impulsionado principalmente pelo item passagem aérea, que variou de -1,68% para 1,45%.

No grupo Habitação, a taxa de água e esgoto residencial aumentou de 0,43% para 0,94%, contribuindo para a aceleração do grupo de 0,26% para 0,32%. Despesas Diversas também registrou alta, subindo de 0,16% para 0,20%, influenciado pelos cigarros, cuja variação passou de 0,72% para 1,07%.

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O índice do grupo Comunicação subiu de 0,50% para 0,54%, com destaque para o combo de telefonia, internet e TV por assinatura, que variou de 0,12% para 0,64%. Transportes registrou um aumento de 0,74% para 0,75%, com o transporte por aplicativo subindo de 4,91% para 7,65%.

Grupos com Desaceleração

Por outro lado, houve desaceleração nos grupos Vestuário, que passou de -0,15% para -0,55%, puxado pelas roupas masculinas, cuja variação foi de 0,12% para -0,53%. O grupo Alimentação registrou uma leve queda de 0,66% para 0,63%, influenciado pelas frutas, que variaram de 1,06% para -1,05%. Saúde e Cuidados Pessoais também apresentou uma leve desaceleração, passando de 0,75% para 0,74%, com medicamentos em geral variando de 2,11% para 1,21%.

Influências Positivas e Negativas

Entre as maiores influências positivas no IPC-S estão a gasolina, que variou de 1,54% para 1,71%, e o aluguel residencial, que subiu de 1,22% para 1,24%. A cebola e o mamão papaya também contribuíram, apesar de uma redução no ritmo de alta.

Na ponta negativa, destacam-se a banana-prata, que caiu de -9,24% para -11,82%, e o tomate, que variou de -1,06% para -2,16%. Outros itens que puxaram o índice para baixo incluem o aparelho telefônico celular, a blusa feminina e o pedágio.

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